Hoje comemora-se o aniversário da minha mãe. 84 anos depois de nascer em Lisboa, com raízes profundas em Vila Verde (freg. Tourais - conc. Seia). A vida da minha mãe dava um blogue, como todas as vidas de mulheres que são filhas, esposas, mães, avós e bisavós. As memórias que a minha mãe tem do passado, e que gosta de contar, já têm muitos suportes fotográficos. Talvez um dia eu possa fazer um blogue foto-cronológico, e tenho pena que a minha memória não guarde todas as histórias de família que ela sabe contar, para enquadrar todas as fotos da melhor forma. Nestes dias difíceis em que a saúde da minha mãe está gravemente ameaçada, fica a partilha desta rosa em foto, roubada desse jardim imenso que é a internet, e que lhe ofereço em imagem, pois outras pessoas já lhe encheram a casa de plantas, em vaso ou cortadas, fazendo deste seu dia um dia mais alegre. Se alguém, algum dia pesquisar na net pelo seu nome, pode ser que apareça a referência a este texto. Maria Amélia Pinto Figueiredo, que acrescentou logo dois apelidos quando se casou, Gomes Pedrosa, ficando com um nome mais pomposo.
aqui se narram as aventuras de um portuguesito que desde tenra idade é vítima de erros vários, mas com abertura para outros textos de reflexão e de intervenção cívica
terça-feira, dezembro 22, 2020
O BLOGUE DA MÃE
segunda-feira, dezembro 21, 2020
BORDALO II EM ÁGUEDA
domingo, dezembro 20, 2020
PEQUENA ANIMAÇÃO COM REFERÊNCIAS ARTÍSTICAS
E com referências sexuais explícitas, logo no nome em inglês The D in David. Fica aqui o filmezinho no youtube, na sua versão original. Ficam sempre bem os desenhos animados no Natal.
sábado, dezembro 19, 2020
LEGO E MAIS LEGO
sexta-feira, dezembro 18, 2020
ACTIVISMO NO NORTE - CONTRA AS NEGOCIATAS DO COSTUME
Desta vez é na cidade do Porto, e a malta do norte já não é o que era. Então fazem uma petição para defender uma zona verde da cidade, e impedir o abate de mais de 500 árvores que são da espécie que é a árvore de Portugal, e numa semana não juntaram mais de 1800 assinaturas? Há que lhes dar uma ajudinha, assinar e divulgar aos amigos. É o que estou a fazer através do Malfadado. Para assinar há que clicar neste link (site da petição pública), e para ajudar a perceber a questão e para divulgar nas plataformas aqui fica este vídeo:
quinta-feira, dezembro 17, 2020
ÚLTIMA SUGESTÃO NATALÍCIA POR DIA - 5 DE 5
E pronto, eis-nos chegados à última sugestão. Os vales (vouchers) das Pousadas de Portugal. No ano passado por esta altura foram muito interessantes devido à promoção de compra com desconto em Cartão Continente. Mas imagino que este ano, com todas as crises e todas as incertezas, não seja boa política de vendas. Entretanto eles têm uma outra promoção, e pode interessar a quem possa ter mais algum tempo livre. Quem usar os vales pode prolongar a estada por mais dias com um desconto de 40%. E por estes dias os vales estão com 15% de desconto. Podem consultar aqui neste link (clicar). E fica a dica, os vales que mais compensam são os de duas noites em certas pousadas, mas que também podem ser usados para apenas uma noite em pousadas mais caras, mas já não compensa tanto. Há que fazer as contas!!!
quarta-feira, dezembro 16, 2020
SUGESTÃO NATALÍCIA POR DIA - 4 DE 5
terça-feira, dezembro 15, 2020
SUGESTÃO NATALÍCIA POR DIA - 3 DE 5
segunda-feira, dezembro 14, 2020
SUGESTÃO NATALÍCIA POR DIA - 2 DE 5
domingo, dezembro 13, 2020
CHRISTMAS CARD 2020
sábado, dezembro 12, 2020
SUGESTÃO NATALÍCIA POR DIA - 1 DE 5
sexta-feira, dezembro 11, 2020
NEM PARA RECICLAGEM É BOM
quinta-feira, dezembro 10, 2020
SEF PERDE DIRECTORA
Neste meu blogue gosto de realçar os êxitos dos meus amigos, e divulgar coisas positivas. Mas de vez em quando acontecem situações menos boas que também têm eco aqui no Malfadado. Vou então contar a história desde o início. Por isso prepare-se o leitor para um texto muito comprido, do tamanho do resumo das minhas memórias.
Há pessoas que cruzam a nossa vida e a marcam aqui e ali. Conheci a Cristina Gatões andava eu no liceu D. Duarte (Escola Secundária). Ela era da turma de uma outra amiga da altura, uma tal Isabel, que tinha uma grande amiga, acho que se chamava Paula. E eu tinha um grande amigo de escola, o Zé Manel Duarte. Personagens paralelas, porque só aparecem aqui para explicar como conheci a Cristina e porque é que nunca convivi de perto com ela. É que o Zé Duarte e eu achámos que as duas amigas, que andavam sempre juntas, eram as ideais para nós, e vai daí andávamos sempre atrás delas, nas chamadas perseguições, até que um dia chegávamos à conversa com elas. E nestas andanças acabávamos por conhecer outras pessoas, até para perguntar pelas duas amigas. E a Cristina serviu precisamente para isso, por ser da turma da Isabel, alunas do 8º ano, era uma mera informadora.
A verdade é que nem a Isabel nem a Paula nos deram a resposta que queríamos ouvir, e aquela mania passou. Mas era tempo de hormonas e as beldades eram mais do que muitas, nem todas acessíveis. E eis que de repente, não sei dizer quando, e muito menos porquê, quando me cruzava na rua com a Cristina ficava todo corado e o coração acelerava. Pouco ou nada falávamos e eram encontros muito raros e casuais. E como ela apanhava o autocarro para Taveiro, passou a ter o nome de código "Cristina de Taveiro". Ela não imagina nada desta história, porque nunca lhe contei, e nem se deve lembrar de quando e como nos conhecemos.
Entretanto eu começo a namorar com a São Veiga, com 17 anos, quase 18 e fecharam-se as portas para outras paixões. Mas vivendo na mesma região eram inevitáveis os encontros na rua com várias pessoas, e a Cristina de Taveiro era o meu amor platónico e todos os meus amigos a conheciam de vista, e conheciam os seus efeitos em mim. Até a São conhecia bem, a São que não gostava nada dela, apesar de nunca se terem falado. Contou-me a São vinda de um jantar de estudantes, já quase no fim do curso dela, de português-francês, que teve o azar de irem para um restaurante de mesas corridas, em que de um lado da mesa se sentaram os alunos de letras, e do outro lado da mesa os alunos de direito. E por coincidência, mesmo em frente da São, quem haveria de calhar? A própria Cristina de Taveiro, pois claro. Lembro-me como se fosse hoje de ela dizer que a parvinha da Cristina (na expressão enfática da São certamente não foram estes os mimos descritivos) lhe tinha estragado o jantar.
Foram muitos os encontros fugazes com a Cristina ao longo dos anos. Nunca soube o seu apelido, era sempre a Cristina de Taveiro, mesmo descobrindo depois que ela não morava em Taveiro, era um pouco antes. Assim de memória, anos oitenta, lembro-me do dia em que saímos de Coimbra, grupo grande de voluntários na Marcha Contra o Desemprego, ela estava a acenar-me de uma janela da baixa, lembro-me de a encontrar no metro em Lisboa, inícios dos anos noventa, e me comunicar que após ter terminado o curso de direito não iria exercer advocacia de tribunais, porque não lidava bem com o sistema. Antes disso foi o dia da Queima das Fitas em Coimbra, finais dos anos oitenta, numa iniciativa que eu abominava mas que calhou a São ir no carro alegórico a celebrar o seu final de curso, e me ter "obrigado" a ir lá vê-la, e eu fui mas avisei logo que iria antes das bebedeiras, ou seja, logo antes do início do cortejo. E lá andei eu à procura do carro alegórico azul clarinho, estive com ela uns minutos, deu-me o livrinho das caricaturas e vim-me embora. No regresso passo ao lado de um carro vermelho e sou apanhado pela Cristina, que também vai buscar um livrinho das caricaturas e me oferece. E o episódio que é igualmente inesquecível foi num dia do meu aniversário, estava eu de voluntário do GIDC numa Feira do Livro, e o meu amigo Jorge Figueiredo encontra a Cristina de Taveiro na baixa (ele só a conhecia de vista, algum dia estaria comigo num desses encontros fortuitos), e diz-lhe que é o meu aniversário e que poderá encontrar-me no stand X da Feira do Livro. E não é que ela vai lá mesmo para me dar os parabéns? Nessa tarde a São estava também de voluntária do GIDC e quando a Cristina se foi embora depois de um breve minuto ali à minha frente, mas do outro lado da banca dos livros e autocolantes, a minha namorada colocou a mão no meu peito e sentiu como o coração batia selvagem e potente, para além de gozar com a minha pele vermelha na cara. Depois, ao longo de alguns meses, contava a toda a gente e dizia que tinha sido a minha melhor prenda de aniversário desse ano, e agradeci ao Jorge Figueiredo a originalidade. Depois houve o período em que fui para Idanha-a-Nova e os encontros tornaram-se mais raros, mas de alguma forma mantivémos o contacto, não posso dar a certeza mas a sua morada estaria entre as dezenas que recebiam regularmente as Novas de Idanha (um imperiódico em fotocópia que eu e a São produzíamos, uma espécie de blogue da altura), e também as Ovinovas (o imperiódico que contava as aventuras no Monte Barata). Conheci a família dela, marido, filhas. E conheci até o cãozinho, mais recentemente, mas sempre em encontros fugazes.
A verdade é que o meu coração deixou de ter aquela reacção e agora os momentos de encontro já não provocam perigo de rebentar com as costelas do peito. Família e amigos de agora nem imaginam que existiu uma Cristina de Taveiro, que agora também para mim é a Cristina Gatões, perdeu-se no tempo o nome de código.
A Cristina Gatões, nos primeiros anos deste século, foi determinante na ajuda aos processos judiciais que eu tive com o Ministério da Agricultura/IFADAP. Andava eu à procura de um advogado que pudesse ajudar-me, no âmbito do apoio judiciário, mas tinha que escolher alguém, depois de muito más experiências com advogados sorteados e depois de muitos recusarem os meus processos, pela exigência dos mesmos. E não é que ela tem no SEF de Coimbra um inspector casado com uma advogada, me dá o contacto dessa advogada e que ela se ofereceu para analisar a situação? Foi assim que conheci a Drª Alexandra Ventura, que durante muitos anos aguentou os embates violentos do sistema contra mim, sempre disponível e sempre muito competente. E, coincidência das coincidências, quando disse à São qual era o nome da advogada, ela disse que tinha sido a sua advogada do Sindicato dos Professores da Região Centro, há um par de anos atrás, quando a São tinha tido umas questões laborais que já não recordo.
A Cristina Gatões foi nomeada para directora nacional do SEF apenas no início de 2019, e depois disso nunca a encontrei pessoalmente, apenas trocámos um e-mail por essa altura. A verdade é que neste curto espaço de tempo deve ter tentado alterar, trabalhando por dentro e conhecedora dos meandros da instituição, muitas das situações de mau funcionamento. Mas herdou uma estrutura pesada e imagino que com muitas barreiras a uma mulher a comandar uma estrutura pensada por muitos homens. Não defendo que existe uma guerra de sexos declarada, mas a realidade mostra bem que a sociedade ainda não vê com bons olhos as mulheres com sucesso e ao mesmo tempo com poder. São alvos a abater.
Ela deu muito poucas entrevistas, pessoais nem uma. E foi pena. Mas fica aqui o link (clicar) de uma entrevista à Rádio Observador, que foi depois transcrita e ilustrada com fotos (de onde eu tirei a foto que aqui publico) e que apanhei on line no portal NovAfrica.
A morte do ucraniano Ihor Homenyuk às mãos de quem o assassinou, agentes do SEF a trabalharem no aeroporto de Lisboa foi, só por si, um acontecimento muito grave. Mas a minha amiga optou por não se demitir, imagino que quando soube que ela também estava entre as vítimas do enredo mentiroso da morte natural, optou por continuar a tentar melhorar as prestações do SEF nas suas várias frentes. Nessa altura tinha pouco mais de um ano como directora, e mais um par de anos em Lisboa, na direcção do SEF, e imagino com muitos projectos para implementar. Provavelmente não se sentiu responsável por actos de agentes que não contratou, por atitudes que não defendeu nem ordenou e muito menos por uma estrutura que existe desde sempre e que já tinha tido outro tipo de problemas que estavam a ser resolvidos e debatidos internamente e junto da tutela. Se havia alguém que deveria pedir a demissão na sequência do assassinato era o responsável máximo, ou seja, o ministro. Mas aqui entra a política, e a Cristina Gatões foi a escolhida para ser sacrificada, para tentar aplacar as críticas da comunicação social e das redes sociais, salvando assim o ministro, apontado como amigo do primeiro-ministro e seu braço direito.
quarta-feira, dezembro 09, 2020
MARIA JOÃO PIRES EM ENTREVISTA AO JORNAL EXPRESSO
Aqui se reproduz uma pequena parte de uma conversa jornalística da nossa enorme pianista Maria João Pires. Fala do seu percurso, fala da actualidade (de onde retirei o excerto que se segue) e fala sobre música. Foi já há muitos anos que me cruzei mais de perto com a Maria João Pires, na sua Quinta de Belgais, dando uma ajudinha na cozinha, como cozinheiro. Uma altura em que Belgais fervilhava de acontecimentos e de muita gente a orbitar ali em volta.
Maria João Pires (MJP) - É um círculo vicioso. Para ser sustentável tem que se desenvolver um lado comercial, e se o peso do lado comercial for demasiado, arrasa-se com o objetivo principal, que seria a possibilidade de as pessoas terem uma vivência artística. A grande questão é se esta pandemia vai ajudar ou se vai agravar a situação. Ajudar seria dar oportunidades aos verdadeiros músicos, e para isso teríamos de separar as coisas. Houve um tempo em que havia boa e má música (e não me refiro só à clássica); era mais fácil distinguir uma manifestação artística e criativa de outra meramente comercial. Agora, as duas passaram a estar perigosamente misturadas. Digo ‘perigosamente’ porque um público sem conhecimentos vai ser influenciado pela falta de distinção. Vai consumir entretenimento — que se reduz a criar situações em que as pessoas estão entretidas, divertidas — pensando estar a consumir arte, e comprará mais bilhetes. Ora, isto é muito diferente da transmissão de uma arte. A arte é algo de muito profundo, que exprime aquilo que nós somos — não é por acaso que mandam para o espaço uma nave espacial com música de Mozart ou dos Beatles.
Luciana - E podem juntar-se, arte e entretenimento?
MJP - Não digo que alguém que entretenha um público não tenha dignidade. Mas separar isso da arte é muito importante. Não podemos sempre misturar tudo. Misturar tudo tira-nos a credibilidade como humanos. Estamos a entrar numa era em que deixamos de ser credíveis. Fazemos o contrário do que gostaríamos de ter. Vivemos numa dualidade ridícula, tão ridícula que até os chefes de Estado deste mundo dizem coisas sem o mínimo de inteligência ou de capacidade de discernimento.
Luciana - Que tipo de reflexão o mundo deveria fazer neste momento, em que estamos a lutar contra uma pandemia?
MJP - Não sei se estamos a lutar contra uma pandemia. Estamos numa pandemia na qual gostaríamos de deixar de estar. Mas nunca pensamos — e falo em geral — que a primeira questão não é vacinar-nos para não termos mais vírus. Não. A primeira coisa a refletir é porque é que aconteceu a pandemia, porque é que a criámos. Não veio do céu, não foi Nosso Senhor que a mandou para nos castigar. E se fosse assim, haveria na mesma que perguntar: castigar porquê? Pelas asneiras que fizemos? É preciso pensar a razão porque estamos com os mais dramáticos problemas ambientais, com as piores perspetivas de futuro, e o que vamos fazer acerca disso.
Luciana - Não estamos a pensar no futuro?
MJP - Não só falta reflexão como nem sequer há informação. As pessoas não sabem os erros que cometem contra a sua saúde, contra a saúde futura dos seus filhos — e continuam a fazer filhos como se fosse muito engraçado, como se fosse divertido continuar a ter crianças que se deitam neste mundo sem saberem de todo o que se está a passar, como é que amanhã vão comer ou beber. Enquanto não houver uma reflexão coletiva sobre multinacionais como a Monsanto ou sobre a indústria animal, que é a primeira das causas da destruição planetária, não vamos chegar a lado nenhum. Ninguém toca na indústria animal, reparou? Claro, a economia é importante, ninguém quer ver o mundo a morrer de fome porque as coisas tiveram de ser mudadas. Mas, se não mudarmos, vamos ver na mesma milhões de pessoas a morrer de fome.
Luciana - Este negacionismo é útil aos populismos que proliferam no mundo de hoje?
MJP - Não tenho pretensão de ser analista política e sou bastante ignorante a esse nível, mas a ascensão da extrema-direita não é de hoje. Foi também um ato de negacionismo pensarmos que não chegaria onde chegou. Existe um bom senso mínimo para ver que se pegarmos em cem pessoas que votam na extrema-direita e lhes passarmos um filme a explicar o que se está a passar no mundo a nível do ambiente, económico, político, académico e humano, essas pessoas vão perceber e mudar de ideias na hora. Porque não é que as pessoas sejam más, as pessoas são educadas para serem más, são ignorantes. Trata-se de uma ignorância básica instalada a nível mundial, para tornar os povos manipuláveis.
Luciana - A ignorância é uma arma?
MJP - Uma arma terrível. Estamos nas mãos de um poder que não merece ter poder. E que não tem nada a ver com a política, não tenhamos ilusões: é um poder económico e financeiro — a política muda como eu mudo de camisa.
terça-feira, dezembro 08, 2020
BMD ou WDL - UMA BIBLIOTECA MUNDIAL ON LINE
FOI EM 2020 O LANÇAMENTO NA INTERNET DA WDL, A BIBLIOTECA MUNDIAL DIGITAL. UM PRESENTE DA UNESCO PARA A HUMANIDADE INTEIRA !!!
Já está disponível na Internet, quem quiser espreitar já basta clicar aqui (link).
Reúne mapas, textos, fotos, gravações e filmes de todos os tempos e explica em sete idiomas as jóias e relíquias culturais de todas as bibliotecas do planeta.
"Tem, sobretudo, caráter patrimonial" , antecipou em LA NACION Abdelaziz Abid, coordenador do projecto impulsionado pela UNESCO e outras 32 instituições. A BMD não oferecerá documentos correntes, a não ser "com valor de patrimônio, que permitirão apreciar e conhecer melhor as culturas do mundo em idiomas diferentes: árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português. Mas há documentos em linha em mais de 50 idiomas".
Os tesouros incluem o Hyakumanto darani , um documento em japonês publicado no ano 764 e considerado o primeiro texto impresso da história; um relato dos aztecas que constitui a *primeira menção do Menino Jesus no Novo Mundo*; trabalhos de cientistas árabes desvelando o mistério da álgebra; ossos utilizados como oráculos e esteiras chinesas; a Bíblia de Gutenberg; antigas fotos latino-americanas da Biblioteca Nacional do Brasil e a célebre Bíblia do Diabo, do século XIII, da Biblioteca Nacional da Suécia.
O acesso é gratuito e os usuários podem ingressar directamente pela Web , sem necessidade de se registarem..
Permite ao internauta orientar a sua busca por épocas, zonas geográficas, tipo de documento e instituição. O sistema propõe as explicações em sete idiomas (árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português), embora os originais existam na sua língua original.
Desse modo, é possível, por exemplo, estudar em detalhe o Evangelho de São Mateus traduzido em aleutiano pelo missionário russo Ioann Veniamiov, em 1840. Com um simples clique, podem-se passar as páginas de um livro, aproximar ou afastar os textos e movê-los em todos os sentidos. A excelente definição das imagens permite uma leitura cómoda e minuciosa.
Entre as jóias que contem neste momento a BMD está a Declaração de Independência dos Estados Unidos, assim como as Constituições de numerosos países; um texto japonês do século XVI considerado a primeira impressão da história; o diário de um estudioso veneziano que acompanhou Fernão de Magalhães na sua viagem ao redor do mundo; o original das "Fábulas" de La Fontaine , o primeiro livro publicado nas Filipinas em espanhol e tagalog, a *Bíblia de Gutemberg*, e umas pinturas rupestres africanas que datam de 8.000 A .C.
Os seus responsáveis afirmam que a BMD está sobretudo destinada a investigadores, professores e alunos.
domingo, novembro 15, 2020
CAFÉ DAS CUMADI - BOAS MÚSICAS QUE JUNTAM AS COMADRES DA JACQUE FALCHETI
Estes tempos pandémicos foram um grave problema para todos os artistas. Mas a grande cantora de alma bem brasileira Jacque Falcheti aproveitou e fez um projecto que resultou muitíssimo bem: fazer duos on line com cantoras suas amigas, mas mais do que cantar gravou depoimentos das suas "cumadi" sobre a pandemia, e fazendo perguntas diversas. No total temos pontos de vista de artistas sobre diferentes aspectos da influência da virose na sua vida.
Poderia colocar aqui apenas um dos vídeos desta colectânea de 11 interpretações, mas vou colocar mais alguns. Todos eles com músicas muito boas. Para já o primeiro da série:
segunda-feira, novembro 02, 2020
MARIA LUÍSA COLAÇO VIEIRA PINTO FIGUEIREDO
O meu pai não teve irmãos. A minha mãe teve um irmão. O meu único tio. Que por sorte da minha família encontrou na minha única tia a sua alma gémea. A minha tia morreu este Inverno passado, vítima do sistema de saúde financiado pela indústria farmacêutica. Um sistema aceite pelas pessoas como os carneiros aceitam a sua sorte de rebanho, na fila para o matadouro. O sistema manteve-a como morta-viva até ao dia de hoje. Agora vão deixar repousar o seu corpo e o sistema deixa de lucrar com ela.
Fica aqui esta referência ao seu nome, pois pesquisando na net esta mulher de armas ainda não tinha nenhuma referência. Se pesquisarem por professora de biologia, Maria Luísa, Liceu Pedro Nunes, Lisboa a sua terra, nada irão encontrar. Certo, certo é que o seu nome constará nos ficheiros secretos do Partido Comunista Português. Mas nunca foi segredo que a minha tia foi militante desde os tempos da resistência fascista. Chegou a estar presa um bom par de dias, detida na rua, juntamente com o meu tio, mas foram depois separados na prisão, pressionados para confessarem o seu crime perante as autoridades do fascismo.
Um dia vou escrever aqui no Malfadado tudo o que presenciei no seu último ano de vida, até que a visitei a última vez e a vi completamente drogada e ausente. Seria Janeiro, levei-lhe os amendoins que me tinha pedido, mas já estava de tal modo que nem se lembrava de que os tinha pedido. E no dia seguinte, mesmo com os amendoins ali à vista, jurava que eu não tinha estado com ela na instituição do corredor da morte. Foi nesses momentos que percebi e aceitei a sua partida.
Já tinha referido aqui a minha tia (link para o Malfadado), mas faltou um texto com o seu nome, e ficará a faltar o registo de muitas memórias. Também aparecem outras referências à minha tia aqui no blogue, uma delas bem recente a propósito do balanço de 2019, como não, pois foi o ano em que a minha tia me pediu ajuda. Infelizmente era eu contra o sistema e o resto da família, e não fui mais forte. Mas aprendi com os erros, isso será sempre assim na vida de toda a gente que tenha tempo para sedimentar as aprendizagens. Quem não tem tempo para pensar, agarra-se ao terço ou quejandos...
A minha tia foi uma pessoa à frente do seu tempo, os meus tios durante os seus anos de ouro nunca tiveram televisão, não tinham automóvel nem carta de condução, só tiraram a carta depois de lhes ter saído num sorteio um automóvel. Sorteio? É verdade, um modesto Opel Corsa, vermelhinho, oferta do jornal diário ligado ao Partido Comunista, num sorteio em que as pessoas entregavam cadernetas completas de coisas publicadas no jornal. Eles tinham em casa a colecção completa de "O Diário", jornais e jornais empilhados nos cantos. Mas o jornal teve o seu fim, fazendo parte da história do jornalismo português.
A minha tia tinha uma intuição fora de série, era muito inteligente e os conhecimentos que adquiriu sustentavam uma argúcia e uma postura sempre muito segura. A minha tia funcionava como a memória da família, assisti a algumas conversas em que ela fazia desfilar personagens do passado, com nomes, parentescos, datas de acontecimentos. Mais impressionante é que mostrava conhecimentos profundos da sua família directa, mas também da sua família adquirida, ou seja, do meu lado. A morte sofrida do meu tio abalou-a, mas passou essa fase e começou uma nova vida, sozinha e regrada para si, com regras moldadas ao que sabia que gostava, e com moderação. E com o apoio da Maria, sua empregada para limpezas, para cozinhar e para tudo, que esteve sempre lá desde que me lembro e que para ela, e para nós, passou a pertencer à família.
Não cabe aqui contar episódios ou histórias que ela contou, pode ser que um dia tenha disponibilidade para isso. E tenho pena de não ter metade da memória dela, pois muitas coisas me hei-de esquecer entretanto. Mas a minha tia, mesmo que tivesse tido outras, foi a melhor tia que eu poderia ter tido.
terça-feira, outubro 27, 2020
35 ANOS EM IMAGENS
segunda-feira, outubro 26, 2020
MARIANA ROOT - PROTEGER OS RIOS
domingo, outubro 25, 2020
UNIVERSIDADE À DISTÂNCIA - NAS ACADEMY
sexta-feira, outubro 23, 2020
BOLIVIA REGRESSA À DEMOCRACIA
quinta-feira, outubro 22, 2020
MONSTRO NAS NOSSAS COZINHAS
quarta-feira, outubro 21, 2020
AUDITORIA FORENSE - A NOSSA QUERCUS 2
terça-feira, outubro 20, 2020
VOLUNTARIADO NO CABEÇO SANTO
segunda-feira, outubro 19, 2020
GRANDE TRABALHO COLECTIVO DA CICLAVEIRO - OFICINA MÓVEL A PEDAIS
quinta-feira, outubro 15, 2020
ESTA É A NOSSA QUERCUS
sábado, outubro 10, 2020
DENUNCIANDO AS ILEGALIDADES DO GRUPO ESPÍRITO SANTO
sexta-feira, outubro 09, 2020
O GESTO ORELHUDO
sexta-feira, outubro 02, 2020
QUERCUS EM MÁS MÃOS - 2
quinta-feira, outubro 01, 2020
I2 NUTRI - INTUIÇÃO E INTELIGÊNCIA COM A NUTRACÊUTICA
quarta-feira, setembro 30, 2020
QUERCUS EM MÁS MÃOS
terça-feira, setembro 29, 2020
INVESTIR BEM AS POUPANÇAS - GO PARITY
quinta-feira, setembro 03, 2020
ELOGIO À RTP 1 E RTP 2
Não sou dos que apenas criticam gratuitamente. Também gosto de elogiar quando os elogios são devidos, de forma voluntária e gratuita. Hoje calha a vez à nossa televisão generalista, a televisão pública. O resultado de investimentos vê-se bem, bons filmes, boas séries e bons programas de entretenimento. Mantém as notícias das regiões e vai fazendo companhia de forma educativa a muito boa gente com programas que não acompanho mas aos quais reconheço o seu papel social. É uma televisão pública onde a arte é bem tratada, onde a cultura é o roteiro, onde nos sentimos bem acolhidos e com gente a quem gostamos de abrir as nossas casas. A RTP é neste momento de grandes despesas públicas um bom exemplo de que os privados não fazem melhor. Muitas vezes diz-se que fazem melhor, mas passados uns anos percebemos que afinal de contas os negócios privados apenas serviram para dar mais e mais dinheiro a amigos e clientelas com hábitos prejudiciais para a nossa sociedade.
Na semana passada, no programa Alta Fidelidade, o convidado foi o Paulo de Carvalho, num programa que recorda episódios do passado intervalando com várias músicas. Uma das presenças foi o OGRE Electric Trio, com esta maravilha de versão da música que deu o sinal para o 25 de Abril em 1974, vai para 50 anos (link para o youtube, clicar aqui).
sexta-feira, agosto 21, 2020
DOIS MESES MALFADADOS
Pois é o tempo passa a correr. Entre regas e obras e sobrinho e cães e as cenas da Quercus, e a gestão de ervas e arbustos em várias frentes, não houve tempo para mais nada. Só para algum desconfinamento. E alguma acupunctura. Nem para deixar aqui umas palavrinhas neste blogue houve tempo, nestes tempos em que acordo muito cedo, durmo uma sesta depois de almoço e à noite já não consigo produzir mais nada.
Fui guardando no meu mail algumas coisas que fui achando interessantes para partilhar, e como é habitual vou colocar aqui com as datas que me parecerem mais ajustadas.
A pandemia traz coisas interessantes, e que nos dão que pensar. No lar onde a minha velha tia comunista está depositada foi agora mesmo detectado que setenta e tal pessoas estão contaminadas com o vírus. Descobriram por acaso, porque uma das clientes teve que ir ao Hospital por causa de uma outra doença. Todas as pessoas contaminadas estão assintomáticas. Ou seja, mesmo com muitas comorbilidades, ou seja, outros problemas de saúde, o vírus não lhes causou mossa nenhuma, pelo menos que se veja. Ora, se esta é uma estirpe do vírus que degenerou, e que não é tão forte no ataque, não seria de deixar esta estirpe propagar-se para as pessoas ganharem anti-corpos de forma natural? Ah, pois, não pode ser, já há milhões prometidos aos laboratórios das grandes farmacêuticas, para depois aplicar em vacinas sintéticas.
Vêm aí mais meses malfadados, ah pois vêm... até já!
quarta-feira, agosto 19, 2020
MARIA DO CARMO BICA - HOMENAGEM PÓSTUMA
Fica um bom registo de memórias a sua página de Facebook (link aqui), para quem quiser saber de onde veio, o que fazia para matar a desigualdade na sociedade, o que fazia para lutar pelo planeta, agindo localmente e pensando sempre globalmente, porque a sua visão desde sempre foi muito para além da sua terra. E este link para o Esquerda.net, com um belo texto sobre a nossa amiga (clicar aqui).
E diz-me o Facebook que temos 30 amigos em comum. Junta gente do bloco de Esquerda, como não, mas junta também colegas da Escola Superior Agrária de Coimbra, onde coincidimos nas mesmas aulas durante um ano e ficámos amigos para a vida. E depois reconheço amigos da Agrobio, da Quercus, activistas da defesa do mundo rural, gente que não pára de lutar por um mundo melhor.
A Carmo Bica foi obrigada a parar quando chegou a sua hora de deixar lugar para outros, neste ciclo da vida que juntos aprendemos a amar.
Gostava de ter tido mais tempo ao pé dela, mas as vidas só se cruzam quando o acaso nos proporciona o convívio. E quando as lutas não nos dão descanso, o tempo para os amigos é sempre muito dividido. E fico chateado por não ter sabido que estava doente, gostava de ter estado mais presente nesta luta final.
sábado, agosto 08, 2020
MARIA JOÃO AO VIVO
Problemas a tentar emoldurar os videos que quero partilhar, ficam então aqui os links, antes dos códigos para emoldurar, que ficam também por poder ser um problema temporário por causa de mudanças grandes na plataforma Blogger. (nota de edição em Dezembro: era um problema temporário, pelo que vou retirar os seguintes links, uma vez que videos já estão lá mais abaixo. Fica apenas o link para o video no FB)
https://www.youtube.com/watch?v=RFyqA5HRfWg
https://www.youtube.com/watch?v=ZsTKj17F1ps
E fica ainda um video partilhado no Facebook, pela música (incluída no CD da Maria João com a poesia de Aldir Blanc), mas também pelas palavras do músico brasileiro Tom Maciel.
https://www.facebook.com/tom.maciel.54/videos/10214590283264657/UzpfSTEwMDAxMTcwMzg5NzQ1MzoxMDc4NTg3MTY1ODc0NzM2/?id=100011703897453
segunda-feira, julho 20, 2020
ENTREVISTA DA MARIA JOÃO - FALA COM ELA NA ANTENA 1
terça-feira, junho 23, 2020
MÉDICA ACTIVISTA LOKAS CRUZ
Não a conheço ainda, mas é das guerreiras que gostaria de encontrar um dia. Foi entrevistada pelo Público e disse uma frase com impacto: - O racismo que impede pessoas negras de respirar na América é o mesmo que permite que pessoas negras se afoguem no Mar Mediterrâneo.
E disse ainda:
O fecho de fronteiras impede a migração e impede que as pessoas fujam de sítios onde estão sujeitas a violência.
O problema de nos fecharmos e acharmos que podemos cuidar só dos "nossos" é que há pessoas que não são "nossos" de ninguém.
A ausência de circulação de agentes humanitários e bens essenciais não só impossibilita a acção humanitária como fonte de assistência mas também como fonte de denúncia e reporte.
A resistência e desobediência civil relembra os decisores políticos que têm de defender os direitos humanos, não porque eles queiram, mas porque nós queremos e é a nós que têm de representar.
A criminalização da ação humanitária é uma estratégia de negar essa resistência e desobediência à sociedade civil e impedir-nos de defender os direitos humanos. Não conseguirão, não passarão.
segunda-feira, junho 22, 2020
SALADA DE ABOBRINHA E AMEIXAS
domingo, junho 21, 2020
METER MEDO ÀS CRIANÇAS - CURTA METRAGEM
sábado, junho 20, 2020
PASSATEMPO DIVERTIDO COM MÚSICAS DOS BEATLES
Num fórum on line, em inglês, eles discutem quem é que a música representa (link para esse fórum aqui)
sexta-feira, junho 19, 2020
BOA MÚSICA PORTUGUESA COM LUÍS PEIXOTO
quinta-feira, junho 18, 2020
PARA OS AFICIONADOS EM VIAJAR - PRAIA DE MIRA
terça-feira, junho 16, 2020
DIVULGAÇÃO E CONVITE - AIDOS DA VILA - 20 DE JUNHO
domingo, junho 14, 2020
TARTILHA DE ABOBRINHA
INGREDIENTES:
1 ABOBRINHA picada, ou seja, cortada em cubinhos pequenitos
1 CEBOLA picadinha
3 OVOS ligeiramente batidos
AZEITE - 2 colheres de sopa
FARINHA DE TRIGO - 1/4 chávena
QUEIJO PARMEGGIANO RALADO - 1/2 chávena
FERMENTO - 1 colher de chá
ERVA AROMÁTICA - opcional folhas de salsa, manjericão, ou oregãos, tomilho secos
SAL (a gosto mas cuidado porque o queijo já leva bastante sal) e ou PIMENTA.
E ainda qualquer óleo e pão ralado ou farinha integral para untar a forma (de tarte de rebordo liso ou forma com mola de abrir de diâmetro mais pequeno) e polvilhá-la.
Separar os ingredientes. Ligar o forno a 200º. Preparar os ingredientes. Misturar tudo numa tigela e ir mexendo, de forma a não criar grumos e ficar tudo bem misturado. Despejar para a forma preparada. Entretanto o forno já deve estar no ponto, enfiar lá a forma e esperar cerca de 20 minutos. Para a tartilha ficar homogénea pode ser rodada a forma aos 15 minutos, e verificar se está a ficar com bom aspecto. Depois pode ser comida quentinha, ou fria levando para pic-nic, tal como uma tortilha.
Claro está que as quantidades de ingredientes são indicativas, pois o tamanho da abobrinha, da cebola e dos ovos podem variar. O queijo ralado pode ser outro tipo de queijo. Mas depois cada um adaptará.
A primeira que fiz este ano ficou mesmo boa, deu para 4 doses, acompanhando com arroz e saladas. Devia ter fotografado para colocar aqui, mas esqueci-me. E na verdade até é mais fácil clicar aqui neste link e ver a receita (quase igual) filmada, colocada no youtube e falada em brasileiro.
Agora é só os inovadores adaptarem esta receita para outros vegetais e criar-se uma variedade de tartilhas e o conceito ganhar raízes na culinária.
sábado, junho 13, 2020
MAIS UM MAX ROACH NA COLECÇÃO - NEWPORT REBELS
Deixo aqui o som poderoso da 2ª faixa do CD, onde aparece então o Max Roach a tocar, uma música intitulada Cliff Walk (uma das atracções turísticas de Newport), composta pelo trompetista que também se ouve a tocar, o Booker Little. Acompanhados por trombone, saxofone tenor e contrabaixo.
quinta-feira, junho 11, 2020
SIDNEY BECHET - PETITE FLEUR
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quarta-feira, junho 10, 2020
CONTIGO
Sim, não parece pela ilustração, mas hoje é Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. Hoje a comemoração aqui no Malfadado vai para as Comunidades Portuguesas nessa futura fusão de repúblicas e monarquia que será a Espanha do futuro, e para a qual os portugueses que lá trabalham estão a contribuir.
terça-feira, junho 09, 2020
BIOGRAFIA DE ACTIVISMO
"Início de participação cívica no extinto GIDC, onde também desempenhou alguns cargos associativos. Fundador da AGROBIO, onde desempenhou alguns cargos associativos e pertenceu ao Gabinete Técnico. Formado em Produção Animal pela ESA de Coimbra. Membro da Quercus desde o final da década de 80. Na Quercus desempenhou cargos associativos no Núcleo de Castelo Branco, Núcleo de Coimbra, Núcleo de Aveiro e nos anos mais recentes ao nível da estrutura nacional, participando no Conselho Fiscal, estando agora afastado desses cargos. Agricultor Biológico no concelho de Castelo Branco até ao ano 2000.
segunda-feira, junho 08, 2020
BAÚ DAS MEMÓRIAS - LP FINE ART OF SURFACING
Fica aqui uma das que melhor descreve o som e intervenção desta banda irlandesa, na versão ao vivo da época, e que está no Fine Art of Surfacing:
Os Boomtown Rats (link para o seu site) estiveram activos entre 1975 e 1986, nessa altura pararam e dedicaram-se a outras coisas individualmente, mas regressaram em 2013, tendo lançado um novo álbum de composições originais este ano, e fica aqui o single tal como partilhado no Youtube:
Vê-se bem o passar dos anos, estão velhinhos como eu. Mas não parámos ainda, essa é que é essa. Mesmo com pausas pelo meio.
Este grupo tem referência resumida na Wikipédia em português (link), para quem quiser ter uma ideia da cronologia do seu trabalho.
domingo, junho 07, 2020
BLACK FLOYD
A obra de Banksy, tal como publicada no seu Insta:
Do álbum The Wall, dos Pink Floyd, que continua na minha lista da análise crítica obrigatória para alunos do ensino secundário:
"Are there any queers in the theater tonight?
Get them up against the wall! There's one in the spotlight, he don't look right to me, Get him up against the wall! That one looks Jewish! And that one's a coon! Who let all of this riff-raff into the room? There's one smoking a joint, And another with spots! If I had my way, I'd have all of you shot!"
Ou a mesma música no excerto do filme The Wall, protagonizado pelo Bob Geldof (vocalista nos Boomtown Rats, quem se lembra?):
sexta-feira, junho 05, 2020
5 ANOS DE VOLTAR À TERRA
Hoje o Malfadado comemora voltando a referir o blogue da actriz Anabela Teixeira, "Voltar à Terra" (link aqui). Fez 5 anos este blogue, muito bonitinho e bem organizadinho, que com a sua edição e divulgação vai levando as questões ambientais a um pequeno universo de leitores. E até organiza alguns pequenos e simpáticos passatempos. A Anabela Teixeira é das que contribui com o seu grãozinho de areia.
Nestes tempos em que as artes estão a passar mal, especialmente as artes de palco, aqui fica a divulgação desta iniciativa pessoal de uma das nossas melhores e mais conceituadas actrizes. E aqui fica um videozinho com a Anabela nalguns papéis principais:
Anabela Teixeira Showreel 2020 from Anabela Teixeira on Vimeo.
quinta-feira, junho 04, 2020
FAZER PARTE DA ASSOCIAÇÃO CABEÇO SANTO
quarta-feira, junho 03, 2020
JORNADA DE VOLUNTARIADO NO CABEÇO SANTO - DIA DE FESTA

Nasceu assim mais uma tradição no Cabeço Santo, que é o meu almoço de aniversário, confecionado por mim, ou pelo menos grande parte desse almoço, decorrer na primeira jornada a seguir ao aniversário, ou no dia do aniversário. O almoço decorrerá sempre à sombra de carvalhos, junto de um ribeiro, e é aberto a amigos meus que ali se possam deslocar. Neste caso o único que se deslocou de propósito foi o Gabriel Soares, aqui de camiseta verde, e que ajudou à festa trazendo o Bobito para um passeio e convívio com a Pipoca e o Punti, e os já referidos biscoitos. Só não ajudou a comer, mas não foi por falta de comida. Para a ementa deste ano escolhi fazer uma desconstrução dos famosos piqueniques de há uns anos atrás no Cabeço Santo, por isso apresentei uma salada fria de grão-de-bico com atum e ovo cozido, mas com três versões: vegana, vegetariana e flexitariana. Neste almoço a comida foi servida em pratos de loiça e os sumos em copos de vidro. Um luxo, para piqueniques longe da urbe.
Para mim foi um dia muito bem passado, com muito convívio e muita intervenção no terreno, boas pedaladas de bicicleta logo pela manhã e temperaturas muito amenas. Só os mosquitos é que estavam mesmo a mais, e deixaram-me várias marcas. Já tinha tido ataques de mosquitos no Cabeço Santo noutras primaveras, mas desta vez foi mesmo a pior. Ainda assim controlámos centenas de acácias e uma vintena de eucaliptos, enquanto um dos voluntários andava ali por perto de motorroçadora a controlar silvados e matagais, deixando a descoberto belas árvores plantadas por outros voluntários. Todas as fotos desta jornada aqui neste link (clicar aqui).
terça-feira, junho 02, 2020
8 AO 80 E NOVO FILME SALLY POTTER
Para quem preferir o trailer legendado em brasileiro… Sonhos de uma vida.








