terça-feira, março 10, 2026

POVO QUE RECANTA - SOBRE O PROJECTO MARIASILVA

 Aqui vem um vídeozinho. São mais de 20 minutos, mas apresenta-nos o Projecto MariaSilva de forma cinematográfica. Descobri este projecto musical porque eles vão estar presentes no festival Semente, já no fim-de-semana de 20 de Março. Este Festival Cultural Semente vai já na 5ª edição, e é um pequeno festival de aldeia, mas fora da época dos festivais. Entre Aveiro e Coimbra, na Mamarrosa! Fica então o vídeo:

segunda-feira, março 09, 2026

ENCONTREI A INVESTIGAÇÃO JORNALÍSTICA QUE VAI AO ENCONTRO DE UMA COISA QUE EU JÁ TINHA PENSADO

 Ainda as guerras. Há um tempo atrás dei por mim a pensar que os EUA tinham arquitectado uma maneira de manter os russos ocupados na Europa, sem terem que ali gastar muitos dólares, para depois gastarem esse mesmo dinheiro noutros locais do planeta. E com a vantagem de ter a certeza que os russos de Putin não iriam intervir nessas manobras militares.

Um bom negócio que aumentará a influência das empresas norte-americanas em zonas onde ainda não conseguiam explorar as riquezas naturais.

Não fui verificar os links todos da investigação jornalística, que li com pouco detalhe, mas que ainda assim partilho aqui neste link (para o blogue Tertúlia Orwelliana).

O pior de tudo são as mortes de gente e mais gente, as crianças feridas, as crianças com traumas. Depois a destruição de património construído, o gastar de milhares de milhões em armamento, a poluição em cima da poluição. Os deslocados, os refugiados, os dramas pessoais.

Certamente vou voltar a falar das guerras e da eterna estupidez humana. Gostava de partilhar pensamentos sobre a FIFA e o primeiro prémio da Paz que atribuíram, sobre a promessa de acabar com a guerra na Europa assim que tomasse posse, sobre os números de crianças afectadas pelas guerras (normalmente só falam dos mortos, mas há ainda mais feridos e com fome e traumas profundos nem quero imaginar), sobre a posição de Espanha, com o seu governo do "Perro" Sánchez aliado à esquerda, sobre a questão da poluição aumentada, sobre o que Israel já gastou em armamento e de onde lhe vem o dinheiro para gastar. Mas para já vou fazer uma pausa aqui no Malfadado, para dar espaço a outros activismos e partilhas pessoais.

domingo, março 08, 2026

FESTIVAL EUROVISÃO DA CANÇÃO - RÚSSIA E ISRAEL

 Já temos representantes de Portugal para a Eurovisão. Os Bandidos do Cante. Outros concorrentes tinham emitido uma nota colectiva dizendo que se ganhassem a competição nacional não iriam à competição europeia, caso Israel fosse autorizado a competir. Já no ano passado esta questão se tinha levantado, e apesar das provas de genocídio na Faixa de Gaza, a organização decidiu integrar a participação de Israel no festival. Israel, será preciso recordar e sublinhar, não é um país europeu.

A Rússia de Putin foi logo afastada, assim que invadiu a Ucrânia e matou inocentes. A sua exclusão do Festival da Eurovisão não teve nenhum impacto na ofensiva, a qual continua até hoje a matar, a ferir e a traumatizar inocentes. Mas o afastamento, pelo menos, não coloca artistas a competir com representantes de países que desrespeitam o direito internacional e violam direitos humanos.

Mas Israel continua a poder participar. Algumas televisões nacionais decidiram que este ano não se fariam representar, caso Israel não fosse sancionado como a Rússia foi. Mas a RTP, obedecendo a um governo submisso à vontade e interesses dos EUA, lá fez o que eu já esperava. Coloca artistas portugueses numa competição onde o estado terrorista de Israel terá uma participação.

Assinei uma petição onde se pede para a RTP sair da competição deste ano, que conta já com mais de 25 mil assinaturas. (link aqui para a petição pública)

À cautela, este ano não vi nada do nosso Festival da Canção.

sábado, março 07, 2026

ARTIGO DO MIGUEL SOUSA TAVARES NO EXPRESSO - FORTE E FEIO NO NOSSO MINISTRO PAULO RANGEL

 Saiu ontem no Expresso um longo artigo do conhecido autor e jornalista, onde em 4 pontos diz de sua justiça:

1 - Afirma que o Presidente Donald Trump é o Calígula do nosso tempo, e que age de forma cobardolas.

2 - Faz uma fotografia de Benjamim Netanyahu que não lhe é nada favorável, enumerando várias violações do direito internacional.

3 - Reflete sobre a submissão dos países da UE aos EUA, com excepção de Espanha.

4 - E neste ponto fala sobre o Paulo Rangel, vou copiar na íntegra, porque já há algum tempo queria ter feito aqui esta reflexão:

"Ao lado da Espanha, porém, existe um país cujo MNE e o seu Governo, não só ofereceram livremente uma base aérea essencial no ataque ao Irão, como o ministro até conseguiu antecipar-se e ir ainda mais longe que a UE. Ele acusou o Irão de cobardia por ter atacado os vizinhos e não os Estados Unidos (a 12.000 km de distância, com mísseis que só alcançam 2500…) e por não ter atacado Israel — o que é redondamente falso, como toda a gente viu. Como falsa é a afirmação de que a base açoriana não foi utilizada em nenhuma acção de guerra (os aviões estariam em passeio…). As suas atrapalhadas explicações sobre a utilização das Lajes ao abrigo do Decreto-Lei 2/2017 ou do acordo luso-americano não conseguiram esconder a evidência de que nenhum deles foi respeitado. A “autorização tácita” ao abrigo do DL 2/2017 não é aplicável para a passagem ou estacionamento de armas, e a autorização abrigo do acordo, que ele diz que só foi dada mediante condições, não cumpriu logo a primeira delas: a de se tratar de resposta a um ataque do Irão (e que ataque foi esse?). Ouvi quem se atravessasse por ele, dizendo que Portugal não podia fazer nada mais do que aquilo que os Estados Unidos quiseram, sob pena de criar um incidente diplomático com eles. Talvez, mas então seria mais decente declarar logo que o acordo é uma fantochada e que tudo o que os EUA quiserem ou ordenarem, nós fazemos e obedecemos. Com Paulo Rangel, isso nem precisa de ser dito: este é o homem que passou dois anos em silêncio cúmplice com o genocídio de Gaza, que achou que o rapto do presidente da Venezuela foi uma acção “benigna”, que queria que Portugal integrasse o Conselho da Paz de Donald Trump, inventado para afundar de vez a ONU e num momento em que um português é seu secretário-geral, e o mesmo que foi a Madrid, a um comício eleitoral da direita espanhola, fazer uma patética figura aos gritos histéricos de “Espanha, no te mates!”, para apelar ao voto contra o partido no Governo, perante o espanto da própria audiência. E que agora tem o desplante de afirmar, para justificar a oferta das Lajes, que “não nos foi dito (pelos Estados Unidos) que ia haver uma operação militar”: com metade da Marinha e da Força Aérea americanas reunidas à volta do Irão, o nosso MNE pretende ter sido o único habitante do planeta Terra que não suspeitou que aquilo não seria para um simples desfile ou um passeio turístico! Paulo Rangel envergonha-nos."

sexta-feira, março 06, 2026

AINDA A GUERRA SANTA

 Há uma coisa que me faz muita confusão: então os EUA deixam de apoiar financeiramente a Ucrânia, cortam apoios a mil e uma instituições, nacionais e internacionais, de apoio ao desenvolvimento, e agora gastam milhões e milhões para apoiar um governo de um país que tem instalado um regime totalitário? Para apoiar um país que também não está sob a jurisdição do TPI - Tribunal Penal Internacional?

Com a saída dos EUA, que poupa em gastos militares na Europa, vamos estar todos os europeus a gastar mais em armamento, para ajudar esses mesmo EUA a abrirem novas frentes de guerra? Vamos ser cúmplices de mais e mais matanças de populações inocentes?

Acreditamos mesmo que só as guerras são a solução para resolver todos os problemas que a humanidade tem entre mãos? Ou será que as guerras são mesmo boas mas apenas para estes empresários da indústria de armamento, que vivem à grande, longe dos locais bombardeados?

Quando há um país que tem um regime de apartheid, que ocupa terras e expulsa os seus habitantes, que promove acções terroristas, sendo assim um estado terrorista, que está fora da justiça internacional, que se sente intocável nas Nações Unidas e em várias organizações internacionais (até na UE), é deixado à solta, que podemos esperar de bom?

Como escreveu o nosso Fausto:

"Ó Ana vem ver
Ó Ana vem ver
Ó Ana vem ver


Barcos em chamas erguidas
Parecia coisa sonhada queimados
Os gritos horrendos da besta ferida
E lá dentro ardiam homens encurralados
E cá fora à cutilada
Decepados pela calada
Pelos peitos já desfeitos


Chora por mim ó minha infanta
Escorre sangue o céu e a terra
Ah, pois por mais que seja santa
A guerra é a guerra"

quinta-feira, março 05, 2026

PATÉTICOS, OS COMENTÁRIOS ANÓNIMOS

 A propósito da petição que aqui divulguei há um par de dias, houve alguém, ou um programa de IA americano, que escreveu um comentário. Não era insultuoso, mas eliminei-o na mesma. Ainda assim copio-o aqui, para uma breve reflexão: "Talvez mais uma flotilha. Afinal o Irão apadrinha o Hamas, o Hezbolah, os Houtis e todo o mundo terrorista. E é um país exemplar, um regime onde deve dar gosto viver, repressão da boa. Mas sobre isso nem uma palavra."

Sobre isso, o regime onde deve dar gosto viver, repressão da boa, aqui fica então uma palavra: Israel. Com apartheid para os seus nativos e residentes, repressão da má, país exemplar. E já agora, com arsenal nuclear. E que nos últimos tempos invadiu Palestina (enfim, invadiu...), Líbano, Síria (país com o qual não tem fronteira). E bombardeou o Irão, tendo na altura destruído as instalações onde pretensamente estavam a ser fabricadas as bombas nucleares (o presidente dos EUA gabava-se de terem destruído para sempre), assassinando cientistas. Antes dessa invasão já tinha feito alguns atentados e assassinado pessoas no território do Irão (país com o qual não tem fronteira). Assassínios também no Dubai (em 2010) e mais antigamente em Chipre, França, Itália, Malta, Jordânia. Mais recentemente houve um bombardeamento no Catar, assassinando pelo menos 6 pessoas.

O Irão só apadrinha o Hamas, o Hezbolah e talvez os Houtis, não apadrinha todo o mundo terrorista. E essas organizações todas não foram criadas pelos iranianos, são pessoas de outras nacionalidades que se organizaram para lutar contra uma qualquer injustiça.

Se os EUA quisessem mesmo depor regimes totalitários e que massacram milhares de pessoas anualmente, faziam frente ao Putin, e acabavam com a guerra na Ucrânia e na Europa, antes de irem promover outra guerra e mais milhares de mortos noutro local.

Israel só está a bombardear o Irão porque tem o apoio do exército dos EUA, que por sua vez tem o apoio de ingleses e vários outros países europeus. E está a aproveitar a confusão para alargar a destruição e assassinatos promovidos na Faixa de Gaza a outros territórios palestinianos e ao Líbano, que deveria ser um país independente e as suas fronteiras e população respeitadas.

É um bocado patético fazer um comentário anónimo para repetir um discurso de ódio promovido pela imprensa, aquela mais difundida e que está nas mãos de gente com interesses económicos que vivem destas e de outras guerras. Repetir uma visão do mundo que não tem nada de justiça social, mas apenas de valorização de mercadorias. Repetir uma visão do mundo em que o mal está sempre do mesmo lado, nos outros e nos que têm uma cultura diferente.

Não será difícil um programa com IA, promovido pelos defensores das guerras, para produzir comentários como este que aqui reproduzi na íntegra, trazendo confusão e generalizações que promovem a desinformação. Por isso, vou sempre eliminar comentários anónimos, e talvez os aproveite para mais uma longa reflexão como esta.

E aproveito para apelar a assinarem a tal petição do Bloco, ou outra equivalente que peça para acabar com mais esta guerra.

quarta-feira, março 04, 2026

SERÁ PATÉTICO ACREDITAR EM CONTOS DE FADAS? VSM EM NOVA ENTREVISTA

 

"É patético acreditar no conto de fadas do derrube do regime iraniano para instaurar uma democracia"
"Sem a pressão externa dos Estados Unidos, com o acesso aos seus recursos naturais, sem a ameaça do outro regime teocrático, que capturou a democracia israelita, o povo iraniano encontraria — encontrará? — o caminho interno e livre para reformar o seu sistema constitucional e político"
São duas citações das palavras de Viriato Soromenho Marques a propósito dos crimes cometidos por Israel e EUA. Os mais recentes, claro, mas com todos os mais antigos, para ajudar a entender o presente. Toda a entrevista à CNN pode ser lida aqui (link). Recomendo para quem acha que sabe a História.

terça-feira, março 03, 2026

ENTREVISTA SEMPRE ACTUAL - RESIDENTE E O GENOCÍDIO

 

Tem já 2 anos a entrevista, que infelizmente ainda tem partes muito actuais. Fica este resumo, numa publicação do jornal El País.

segunda-feira, março 02, 2026

PETIÇÃO DIRIGIDA AO GOVERNO E AR - CONDENAR A AGRESSÃO ILEGAL

 Deve ser a primeira petição a propósito da ilegalidade dos bombardeamentos executados pelos exércitos de Israel e dos EUA. É lançada pelo Bloco, o texto pode ser lido e subscrito aqui neste link (clicar). O texto fala das Forças de Defesa de Israel, mas por outro lado refere o assassinato.

domingo, março 01, 2026

ELIMINAÇÃO OU ASSASSINATO?

 Aqui está a pergunta que eu aqui deixo. O líder do Irão foi vítima de um atentado, ou foi executado por ser um criminoso?

Pista 1 - Nos EUA a pena de morte ainda é aplicada nalguns estados, pouco mais de 50% dos estados. Mas também a nível federal, aplicando-se em casos de homicídio. As recentes eliminações de cidadãos americanos no Minnesota, por forças policiais comandadas pelas gentes amigas de Trump, não estão incluídas em casos de pena de morte, porque esta condenação está abolida neste estado americano desde 1911.

Pista 2 - Em Israel a pena de morte existe na legislação, mas quase nunca foi aplicada. No entanto, a extrema-direita (no poder) aprovou no final de 2025 uma lei que permite a execução de palestinianos se praticarem crimes graves contra israelitas. Morte mas só de palestinianos. Não é por acaso que o estado israelita é um regime de apartheid.

Pista 3 - Nas notícias em Portugal, as parangonas anunciam: líder do Irão foi eliminado. Os jornalistas escrevem nas suas peças que foi eliminado. O termo é usado indiscriminadamente. Certo é que nas cadeias internacionais americanas e inglesas o termo usado foi a eliminação. Na RTVE (Espanha) vejo pela primeira vez a designação correcta: asesinado (assassinado em bom português). Na Al Jazeera também vi que ele tinha sido murdered (assassinado em bom português).

Pista 4 - O IDF (sigla em inglês de Forças de Defesa de Israel), quando iniciou o genocídio em Gaza, era sempre mencionado como o exército de defesa de Israel. Depois, com o continuado abuso dos direitos humanos e do direito internacional, apareceu menos. Agora que ataca violando todos os princípios já quase não se ouve essa expressão. Quando se referem ao IDF já dizem as forças de Israel, ou o exército de Israel.

Foi assassinado? Então porque temos em Portugal órgãos de comunicação social a usar o termo eliminação?

sexta-feira, fevereiro 27, 2026

FRANCESCA ALBANESE - NÃO PODE FICAR SOZINHA

 Quando estiveres a ler isto, é muito provável que já 500.000 europeus tenham assinado a iniciativa de cidadania europeia, que faz um pedido simples e humanitário. E esse pedido faz muito mais sentido se quisermos perceber o que nos diz a Francesca Albanese. Mas as assinaturas têm que ser ainda mais, e se possível muitas mais. Fica aqui o link, para quem possa ter algum tempo para passar das palavras aos actos.



quinta-feira, fevereiro 26, 2026

FRANCESCA ALBANESE - PARTE 2

Hoje deixo aqui o trailer de um filme, "As Nações Desunidas", e também o link para um artigo onde se explica como foi possível enganarem meio mundo, que facilmente vieram criticar esta mulher independente, críticas que vieram muito mais depressa do que críticas sobre o genocídio do povo palestiniano. Que sendo evidente ainda há muita gente que prefere acreditar nas histórias da carochinha. O artigo que aqui partilho é a tradução de um original escrito pelo anterior relator especial, um canadiano (link aqui, para o resistir.info) Amanhã, o último da trilogia.

quarta-feira, fevereiro 25, 2026

TRILOGIA BLOGAL DEDICADA A FRANCESCA ALBANESE

Era só o que faltava, não era? Trazer aqui ao Malfadado um relator da ONU, ainda por cima uma mulher, e pior que isso, uma advogada italiana, cujo apelido diz que é albanesa (numa tradução literal minha).

A Francesca Albanese faz este ano 49 anos e é a actual Relatora Especial das Nações Unidas sobre os territórios palestinianos ocupados. Ocupados por Israel, há que sublinhar o esclarecimento.

Os Relatores Especiais da ONU são especialistas independentes nomeados pelo Conselho de Direitos Humanos para investigar, monitorizar e aconselhar sobre temas específicos (temáticos) ou situações de países. Atuam a título pessoal, de forma voluntária e independente de governos, realizando visitas de investigação, relatando abusos e recomendando ações para proteger direitos humanos.

A trilogia começa hoje e acaba na sexta-feira, depois de amanhã.

A Francesca Albanese é a quinta relatora sobre os territórios palestinianos ocupados, o primeiro começou em 2001. As terras dos palestinianos começaram a ser ocupadas em 1967. Ela é a primeira mulher neste cargo específico, começou em 2022. O seu papel é investigar e propor acções para proteger direitos humanos. Israel nunca lhe permitiu visitar os territórios ocupados. Nunca. Porque será?

Acabei de ouvir na íntegra a grande reportagem, em 4 episódios, sobre a indústria da ajuda internacional aos palestinianos. Que vivem em territórios confinados e dependentes de Israel. Territórios que Israel vai ocupando paulatinamente. Essa grande reportagem, produzida pelos jornalistas do Fumaça, é perturbadora. Mas fundamental para perceber o anti-sionismo.

Na preparação da reportagem, a Francesca Albanese deu-lhes uma entrevista, em 2023, a qual eles disponibilizaram na íntegra. Está em inglês, mas eu consegui acompanhar muito bem (link aqui para essa entrevista). Aconselharia a audição da grande reportagem antes de ouvir o que disse a Francesca Albanese ou acompanhar esta trilogia.


terça-feira, fevereiro 24, 2026

40 ANOS DA QUERCUS - O VÍDEO

Acho que não tinha partilhado aqui este vídeo que comemora os 40 anos da Quercus. A Quercus que precisa urgentemente de voluntários para levantarem uma campanha de angariação de sócios. Mas uma campanha a sério, com objectivos, com acções nas zonas onde existem núcleos regionais activos, mas também onde já existiram núcleos que acabaram por desaparecer. Fosse essa extinção por falta de associados disponíveis, ou na sequência da má gestão dos tempos do outro senhor, que foi afastado pelo "Sexta às Nove".

segunda-feira, fevereiro 23, 2026

PLANTAR ÁRVORES E JUNTAR FORÇAS - PRÓXIMO SÁBADO NO CABEÇO SANTO

Vem aí mais uma Jornada de Voluntariado no Cabeço Santo. A penúltima do Inverno, previsão de excelente tempo para este sábado, dia 28 de Fevereiro. O último dia deste mês. A última é deste fim-de-semana a 15 dias, fica já aqui a divulgação. A participação é fácil, e está tudo organizado com a experiência e a excelência de quem já faz disto há mais de 15 anos. O Projecto Cabeço Santo conta tudo aqui no seu blogue (link para a ACS - Ass. Cabeço Santo). Alguém por aí interessado em fazer-me companhia numa destas jornadas?



Depois da destruição de dezenas e dezenas de milhar de árvores, por via dos temporais, há que plantar e plantar, e cuidar das plantadas noutros anos. E mesmo que não fossem os temporais, há que plantar e plantar para ajudar a contrabalançar os efeitos nefastos das alterações climáticas. Mas também plantar e plantar árvores autóctones para termos de volta uma floresta resistente aos fogos, fogos extremamente devastadores propiciados pela eucaliptização. E plantar e plantar para compensar a nossa enorme pegada ecológica.

Realizam-se jornadas de voluntariado quinzenalmente ao longo de quase todo o ano, com um calendário anunciado no início de cada Estação do ano.

Quando e onde: Aos Sábados, normalmente de duas em duas semanas, iniciando-se pelas 9h15 em Belazaima do Chão, em ponto de encontro a anunciar após a confirmação do evento. Nos meses mais quentes as atividades decorrem até às 18h enquanto que nos meses mais frios termina-se por volta das 17h.