quarta-feira, abril 26, 2006

MENTIROSOS

Fui hoje à Assembleia da República, para assistir a um debate de urgência sobre a situação das Medidas Agro-Ambientais, um debate pedido pelo PP. A ideia era ter nas bancadas da galeria representantes de associações, para ver como o Ministro responderia às questões levantadas pelos deputados. E até não esteve mal, dentro do que se poderia esperar, mas principalmente porque o PP metia água por todos os lados. Já o Bloco esteve bem, com a Alda Macedo a levar até um elogio do Ministro por ter levantado bem as questões. Mas o Ministro apregoa que as coisas vão ser diferentes, que está na hora de acabar com os benefícios excessivos de alguns agricultores. Mas mente e sabe que mente, porque os subsídios são atribuídos por áreas dos terrenos agrícolas, e quando um agricultor tem muito terreno, recebe sempre muito mais dinheiro. O que se passou com as Agro-Ambientais foi que ele, em vez de distribuir os dinheiros de 2005, dados pela UE, conforme se tinha comprometido o governo, achou que ia baixar o défice público português se não pagasse as ajudas em 2005, e se em 2006 não pagasse mesmo uma parte dessas Medidas Agro-Ambientais. E porque a mentira faz parte da (des)governação, o Director Regional da Agricultura da Beira Interior, um fiel criado dos governos PS, foi apanhado a mentir num ofício que me escreveu, também a propósito das Medidas Agtro-Ambientais. Mas estar aqui a explicar tudo é muito complicado, fica só este apontamento, para que quem leia isto não se deixe enganar pela aparente moralidade dos governantes da nossa agricultura.

sábado, abril 22, 2006

25 DE ABRIL SEMPRE!!!

Pois é, aproxima-se uma data importante da história recente de Portugal, a poética revolução dos cravos. Cada vez mais vai perdendo a sua importância, cada vez mais é só um pretexto para muita gente ter um fim-de-semana alargado.
Uma das muitas coisas boas do 25 de Abril foi a possibilidade de nos manifestarmos, quase sem repressão. Desde que seja uma coisa organizadinha, podemos sempre ir para a rua defender as nossas ideias. Nunca me esquecerei da marcha contra o desemprego, organizada pela CGTP, tinha eu 18 anos, fui com um amigo de Coimbra, o Guilherme, até Lisboa. Com muitos Km a pé e muito convívio, contacto com a população. Mas lembro também as diversas vezes em que com a QUERCUS de outros tempos andámos por aí a exigir coisas que hoje até já são corriqueiras, mas na altura eram revolucionárias. A revolução não pára!!!
Ora, lembrou-se alguém do Bloco de Esquerda, em boa hora, que estava na altura de reeditar a Marcha contra o Desemprego. Vai ser em Setembro. Claro que já me alistei, e desta vez até para ajudar na organização. E gostava mesmo era de partir de Braga, para estar lá desde o início.

quarta-feira, abril 12, 2006

ABRIR AS PORTAS DA EUROPA

Foi ontem mesmo que meti no correio a minha queixa contra o Estado Português, apresentada no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem. Não tenho cópia digitalizada porque preenchi o formulário à mão, mas um dia destes vou dactilografar o que escrevi. Um dia destes...
Basicamente, vou processar os burrocratas do Ministério da Agricultura por durante o meu processo com as Medidas Agro-Ambientais terem violado a Convenção Europeia dos Direitos do Homem, pedindo que sejam condenados a pagar-me 50.000 euros por ano, desde 2000, até que a situação seja resolvida.

segunda-feira, março 27, 2006

AOS PARES NÃO É MAIS BARATO

Amanhã vou estar longe desta cadeira, deste monitor. Amanhã dou início a mais um novo capítulo da minha contestação, desta vez por causa de outras incompetências que não as do ministério da agricultura e do ifadap. Uma delas já falei aqui, no texto sobre ser preso por ter cão. Vou amanhã entregar o pedido de apoio judiciário. A outra incompetência que me vou queixar é a dos juízes, pedindo apoio judiciário para levantar processos aos juízes que não cumpriram com as suas obrigações, nomeadamente o dever de zelo, ou seja, aplicarem as suas funções com conhecimento das suas obrigações. Com este passo de entregar os dois pedidos de apoio judiciário, em Idanha-a-Nova, dá-se início aos processos. Depois é só esperar pela nomeação de advogados, vamos lá ver quais aceitam criticar os juizes em frente a outros juizes.

sexta-feira, março 17, 2006

O MEU PROCESSO EM CONTO INFANTIL - 4ª E ÚLTIMA PARTE

Aqui fica o último livrinho desta pequena série. Como das outras vezes é a 1ª pedrada escrita já de seguida. Quem tiver tempo para perceber melhor, aconselha-se a leitura da obra completa, por ordem cronológica. Se no futuro tiver pedidos de envio à cobrança desta obra que sejam, no seu total, superiores a 100 unidades, prometo fazer uma edição ilustrada. E até peço um patrocínio exclusivo ao Conselho Superior de Magistratura!

segunda-feira, março 06, 2006

REFLEXÃO 1

Tenho que acabar a escrita da quarta parte de "O MEU PROCESSO CONTADO ÀS CRIANÇAS E EXPLICADO AOS JUÍZES". Mas acho que esta semana que agora começa vai ser tão ocupada que não vou ter tempo.
Não que vá ter muito trabalho, acho que não vou ficar nada cansado, mas vou estar muito ocupado.
Espero voltar em breve para provar que esta ausência da escrita não é postergar este blogue e muito menos os seus possíveis leitores.

PRESO POR TER CÃO E INDEMNIZADO POR TER CÃO

Vem aí mais uma nomeação de um advogado, através do Apoio Judiciário. Depois de um destacado elemento do BE de Castelo Branco, um advogado e recentemente ilibado num processo político, me ter dito que ter duas sentenças contraditórias sobre uma mesma questão poderia dar direito a recorrer junto do Supremo Tribunal de Justiça, andei a investigar e tive mais uma consulta jurídica gratuita em Castelo Branco. A advogada que me atendeu leu com atenção as duas sentenças, a que ganhei e a que fui condenado e disse que sim, que era um caso anedótico e como tal teria direito a uma averiguação e decisão no Supremo. Como anedota até acharia graça, se me contassem como tal, mas viver este pesadelo asseguro que não tem piada nenhuma. Para mais, ao ganhar o processo recebi 15 mil euros, e agora fui condenado a devolver ao IFADAP as ajudas recebidas em anos anteriores. Como já gastei os 15 mil euros nunca verão um cêntimo desta devolução, pelo que já fico a ganhar. Mas acho que ainda vou um dia ao IFADAP pedir o livro das reclamações, ou se calhar vou logo ao Ministério da Agricultura, para me queixar de que se o IFADAP ganhou uma acção em tribunal a condenar-me à devolução das ajudas recebidasde 1994, 1995, 1997 e 1998, então terão que mover mais um processo de cobrança coerciva, para que seja condenado a devolver também a verba de 1996 (que, por mais um engano daqueles que apregoam o rigor, não apareceu na acção inicial) e a de 1999 (a que diz respeito à acção que ganhei e onde se conclui que sempre cumpri com todas as minhas obrigações). E se iniciam esta cobrança coerciva sempre haverá mais julgamentos e com juízes a alvitrarem então este caso "anedótico" ganhará contornos circenses, com feras à solta e palhaçadas de soltar gargalhadas. E a minha vida a balançar num trapézio, no ar e de cabeça para baixo, sem lantejoulas e sem luzes.

terça-feira, fevereiro 28, 2006

ROUBAR AOS POBRES PARA DAR AOS RICOS

Fiquem pois a saber como faz o IFADAP/INGA (acho que estas siglas hoje em dia querem dizer: Instituto Financiado por Agricultores que Devolvem Ajudas Prévias / Instituto Nacional dos Gatunos Administrativos): manda uma carta aos pequenos agricultores, dizendo que em virtude de um qualquer procedimento administrativo não ter sido cumprido, o mesmo agricultor tem que devolver as ajudas recebidas em anos anteriores, sendo esta a decisão final. Ora, segundo a lei em vigor, para um qualquer organismo tomar uma decisão final, tem que abrir um processo. O que o IFADAP/INGA não faz. Sem averiguar nada, acusa os agricultores de infringirem a lei. Um desses casos passou-me pelas mãos, e consegui que esse agricultor não devolvesse mais de mil euros. Bastou enviar o atestado médico que comprovou a sua incapacidade física. E consegui provar, recorrendo ao CADA, da Assembleia da República, que realmente, ao não abrirem um processo, conseguem mais facilmente roubar o dinheiro aos agricultores. Dinheiro que é na sua maior parte europeu e que depois fica pelos cofres portugueses. A pouca vergonha continua à solta...

AS AGRO-AMBIENTAIS CRIAM MAU AMBIENTE

Nunca tal se imaginaria em Portugal: o Ministério da Agricultura inventa uma nova Medida Agro-Ambiental, para redução da poluição por nitratos agrícolas, que dá aos agricultores que adiram prémios em média 4 vezes superiores aos prémios que recebem os agricultores que seguem o método da agricultura biológica. Só isso já seria um escândalo, mas como as nossas associações de defesa do ambiente estão vendidas ao poder instalado, a coisa foi mesmo para a frente. É que todos os anos Portugal deixava uns milhões de euros por receber da União Europeia, porque as Medidas Agro-Ambientais nunca atingiam o valor posto à nossa disposição. Apareceu então esta ideia de dar muito dinheiro a quem reduzisse em cerca de 25% a quantidade de adubos azotados utilizados normalmente, os agricultores e o estado comprometeram-se para o ano de 2005. Mas agora o Ministro da Agricultura, que não pagou em 2005 e portanto desperdiçou as verbas da União, tendo agora que pagá-las do orçamento do estado português, diz que não vai pagar esta nova Medida. Porque sai caro ao Ministério! Um ministro que decide assim não respeitar um compromisso estabelecido com os agricultores é no mínimo um gajo desonesto. É este o exemplo para a recuperação económica? A roubar aos agricultores também eu equilibrava qualquer orçamento...

sexta-feira, fevereiro 24, 2006

FORA O ÁRBITRO!!!

Já saíram as notícias, na sequência da conferência de imprensa. Para quem quiser ver, pode ler em www.reconquista.pt, escolhendo a secção sociedade. Até vem lá a referência a este blogue, se bem que ficou assim: malfadado-o-contestatário, com acento no "a". Mas o que me traz aqui hoje é esta questão da falta de qualidade dos juízes, que anda a dificultar uma apreciação séria do meu processo. Se no futebol, quando o árbitro não tem qualidade, toda a gente pode gritar em uníssono: Filho da puta!, já na justiça põem juízes, que nem qualidade têm para arbitrar questões da 3ª divisão, a ajuizar sobre questões importantes, da primeira divisão, mas parece que é crime alguém lhes chamar, com todo o respeito por suas meretíssimas excelências: Filhos da meretriz! Aqui vai na 1ª pedrada, como é costume, um texto onde se analisa, resumidamente, as decisões dos juízes sobre a questão da agricultura biológica. Digam lá se não ficam com a sensação de estar a ver um Porto-Benfica arbitrado por um juiz com falta de classe, apenas admitido em jogos de solteiros-casados (equipas mistas de preferência!).

quinta-feira, fevereiro 16, 2006

CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

É já amanhã, a partir das 15 horas, em Castelo Branco. Como poucos têm acesso a este blogue, aqui deixo em rigoroso exclusivo o texto que vou ler. Faz lá referência a uns documentos que vou entregar aos jornalistas, mas são textos que já estão aqui ou que passarão a estar em breve, são as decisões judiciais comentadas por este contestatário, que tem esperança que este encontro com os jornalistas sirva para abanar o sistema. Se houver reacções oficiais também terão eco aqui! Eu atiro a primeira pedrada, com as minhas palavras!

terça-feira, fevereiro 14, 2006

O MEU PROCESSO EM CONTO INFANTIL - 3ª PARTE

Continuando esta ideia de talhar em versão de conto infantil o processo judicial que me opõe ao estado português, e cujos primeiros 2 livrinhos podes encontrar nas pedradas deste blogue, com as datas de Fevereiro 03 (Um conto de fadas), e de Fevereiro 10 (2º Livro Infantil), aqui fica na primeira pedrada deste texto o terceiro livrinho desta novela da vida real, adaptada para uma fábula, onde o nosso amiguinho jardineiro sofre mais uma vez com uma atitude inqualificável dos poderosos governadores daquele país inimaginável.

sexta-feira, fevereiro 10, 2006

2º LIVRO INFANTIL - O CONTO QUE CONTINUA

O nosso amiguinho jardineiro continua as suas aventuras no reino onde a inteligência não reina nas instituições. Desta vez seguimos as suas aventuras nos Palácios da Justiça, onde a cegueira dos Juízes é tal que não sabem sequer avaliar as leis. Para ler na pedrada, e depois aguardar o novo capítulo. No primeiro livro, o jardineiro tinha acabado a sua denúncia pública da incompetência dos técnicos gorduchinhos, e abandona a sua actividade preferida. Que vai ele fazer a seguir?

quinta-feira, fevereiro 09, 2006

MALFADADOS, MAS BEM ...

Há poucos dias, de passagem por terras de Idanha, fui visitar um jovem casal, que vive numa quinta, com muitas dificuldades. Ele nos últimos tempos desempregado, ela a tomar conta da casa, da quinta e dos animais, e de um filho com uma deficiência física que o impossibilita de se movimentar normalmente. Já quase a sair, desabafam que no dia a seguir vão ter que pagar uma multa, por causa de não terem ido levar a Castelo Branco umas cópias de umas guias - guias essas que ainda têm em seu poder - relativas a uma venda de 3 animais. O final deste caso verídico está desenvolvido na primeira pedrada.

sexta-feira, fevereiro 03, 2006

UM CONTO DE FADAS

Para se perceber melhor todo o meu processo que corre em tribunais - contra o Ministério da Agricultura - estou a transformá-lo num conto infantil, numa tentativa de se perceber melhor o que se passa, pois a realidade está cheia de pormenores técnicos e detalhes burocráticos. Aqui fica o primeiro livrinho, podes ler nas pedradas. Em breve publico aqui os próximos capítulos. Para o livrinho infantil de hoje, proponho uma aventura de um jardineiro que queria alindar uma rotunda, num país inimaginável!!!

sábado, janeiro 28, 2006

PARA QUEM NUNCA ME VIU



aqui estou eu numa das minhas mais recentes fotos para a publicidade.

O JUIZ DECIDIU, ESTÁ MAL DECIDIDO

É assim a vida de um malfadado: ainda não tive nenhuma sentença que não fosse um chorrilho de asneiras, mesmo aquela em que ganhei a acção contra o IFADAP. Já começo a perceber as críticas aos árbitros de futebol e a entender melhor os apitos dourados. Juízes portugueses? Não obrigado! Esta é a sentença relativa ao montado de azinho, a terceira desta minha luta, que teve agora a resposta ao recurso e que se pode ler na pedrada. Num texto compridão estão uma apresentação e os meus comentários. Aviso: o texto é mesmo longo, mas pretende-se muito elucidativo!

quinta-feira, janeiro 26, 2006

A COISA VAI

Pois bem, depois da vitória eleitoral (não foi só o Cavaco que ganhou), nada de ficar abatido e toca de andar prá frente. Já dei uns retoques no blogue, aqui pertinho de Arronches, e em breve vou escrever sobre o motivo principal da existência deste blogue: vai ser como que a preparação da edição de um livro, onde os capítulos irão surgindo aqui, um a um, dois em um. Malfadado, é certo, com tantos enganos, mas contestatário! Reclamações, queixas, etc, tudo aqui on line, com pormenores de documentos oficiais, sentenças e resultados práticos de não ficar quieto, para não acontecer como aconteceu à nêspera (Era uma vez uma nêspera...)
Respondendo aos incentivos de continuar a escrever, e como não vou estar de voluntário em mais nenhuma campanha eleitoral nos próximos tempos, preparem-se que aí vem escrita!!!

sexta-feira, janeiro 20, 2006

ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS À VISTA

Para primeiro post, cá vai o texto que enviei aos meus contactos de email, na véspera das eleições presidenciais:

Um bom par de razões para ir votar, em forma de manifesto político, estilo Eça de Queirós (presunção q.b.!!):

És de esquerda, e estás contra esta política da arrogância, de um governo que se acha no direito de impôr grandes sacrifícios ao nosso povo, principalmente a quem mais trabalha, e depois faz projectos onde se vão gastar rios de dinheiro, de um governo que enganou logo a seguir a ser eleito, ao aumentar os impostos que afectam tudo e todos, mas principalmente quem já tem mais dificuldades. Estás contra a política da arrogância de um candidato da direita que se encosta às sondagens, como se fossem elas a mandar na inteligência e na consciência das pessoas, dizendo que na próxima 2ª feira vai ser presidente e que não diz nada de como vai fazer, seguindo a máxima de que à primeira todos caem (na conversa da estabilidade e de pouco mais adiantar), e na segunda ainda muitos caem, desde que não haja terceira, porque aí já poucos vão acreditar. És de esquerda e votas num candidato da esquerda, mostras um cartão amarelo ao Sócrates, mostras que ele às vezes se engana nas escolhas das pessoas que devem dirigir o País.

És de direita e queres ver o Cavaco Silva na Presidência da República, e, parece claro, és contra esta forma de fazer política do Sócrates, com a sua arrogância mal disfarçada. Sabes que se não for logo na primeira volta, o Cavaco passa na segunda volta. Estás saturado das sondagens e sabes que realmente o poder está nas tuas mãos e não nas mãos das empresas da comunicação social. Pois fica também a saber que se votares agora num candidato de esquerda, ou em branco, e na 2ª volta votares em Cavaco Silva, não só poderás mostrar que estás contra as políticas do Sócrates, como mostrarás que as sondagens não mandam na inteligência, como poderás divertir-te a ver o Sócrates a apoiar o Alegre e depois a ser derrotado duas vezes, no espaço de três semanas. Além de que numa possível segunda volta o Cavaco será eleito com muito maior expressão!

Não és de esquerda nem de direita, vais votar porque tens razões de sobra para protestar e mostrar que ninguém é dono dos votos, e ainda te podes divertir ao ver um primeiro ministro a admitir que se engana e a perder um pouco da força que obteve nas eleições anteriores ao prometer estabilidade política, e depois a dar-nos com a estabilidade do agravamento da crise social, cultural e económica.

És ornitólogo, adoras ver os pássaros livres no céu, asas abertas ao sabor do vento, e sabes que até a gai vota! Como ela, somos livres, somos livres de voar!

Por vezes reenvias (fazes forward) de tantas imbecilidades, outras vezes de coisas importantes, outras vezes de mentiras que andam na net. Hoje tens esta mensagem na tua frente, dá um bom par de minutos para mostrar quem manda em Portugal. Reenvia já!!