sábado, janeiro 23, 2021

O NOSSO SABU

Quando eu era pequenino e viviamos em Setúbal, tínhamos um cãozito que eu não me lembro nada dele. A não ser pelas fotos que fui vendo de tempos a tempos nos nossos álbuns de família. Aqui em Coimbra aproveitei e reproduzi digitalmente um par de fotografias do Sabu, que agora deixo aqui no blogue. Depois deste cãozito que viveu em plena liberdade, e que adoptou outro dono que lhe dava ovos estrelados e de certeza lhe fazia mais companhia, fazendo-nos depois umas visitas esporádicas, segundo me contaram, não tivemos outro cão. Só já nos anos 90 tive outro cão, aliás outros cães: a Farrusca e a Bonita, que se juntaram a mim e ao rebanho das ovelhas do Monte Barata. Dois cães oferecidos pelo Zé Preto, famoso pastor do Rosmaninhal (Idanha-a-Nova) que antes dos voluntários do Monte Barata recebeu ele mesmo um prémio Quercus. Só dele e merecido! E depois destes dois cães que referi, houve também o Sussulo e o Bucas, a Ruiva que apareceu e depois foi levada, e um cão que não recordo o nome, do casal malogrado e de má memória final (ainda que de boa memória nos tempos iniciais e bucólicos) que matava ovelhas só por prazer de perseguir e morder. E dos cães mais recentes já este blogue tem suficientes referências, acho que um dia destes faço um especial Nadí, a cadelinha que está registada em meu nome, e que me adora.
CRÉDITOS FOTOGRÁFICOS : Rogélio Pedrosa 1961/62, Outão (Sécil), foto a preto e branco, que ainda não se usavam as fotos a cores.

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