aqui se narram as aventuras de um portuguesito que desde tenra idade é vítima de erros vários, mas com abertura para outros textos de reflexão e de intervenção cívica
quarta-feira, maio 30, 2012
DIA DE ANIVERSÁRIO
Foi ontem, eu sei, mas como estive fora de casa todo o dia, os festejos foram passados para o dia 30 de Maio. Ficam as fotos aqui no Malfadado. O tamanho do bolo de aniversário é mesmo assim, veio diretamente da Argentina, enviado pelos pais do Ramiro, Eduardo y Cristina. São os famosos alfajores, deliciosos! Aqui foi um deles adaptado a bolo de aniversário, e a vela foi apagada com cuspo e dedos, não fosse o sopro derrubar o bolo!
quarta-feira, maio 16, 2012
ÓCULOS NOVOS
Giorgio Armani. Quem quiser vê-los na minha cara, só tem que pedir por mail que eu envio uma foto!
terça-feira, maio 15, 2012
UMA LIÇÃO DE ECOTURISMO
Aqui está uma palestra publicada no You Tube, do meu amigo Pedro Morais. Já o conheço há tantos anos, dos tempos do GIDC (anos 80), ele era sócio da LPN e fizemos algumas coisas ligadas à defesa da natureza juntos.
Pede desculpa pelos 43 minutos e meio de duração da palestra! Mas como vêem ele é um bom comunicador!
sexta-feira, maio 11, 2012
O GRANDE ROUBO DA COUTADA
Este é um tema que não vai sair da atualidade tão cedo. A Universidade de Aveiro juntou-se a más companhias (entidades públicas endividadas e empresas envolvidas em grandes negociatas), para fazer um Parque de Ciência e Inovação. Para começar, entre todos eles, fizeram uma empresa privada a que chamaram PCI SA, que não tem nada a não ser projetos e administradores bem pagos. Para terem alguma coisa resolveram adquirir terrenos, mas não são uns terrenos quaisquer, são mesmo ali junto do centro de Aveiro, e do centro de Ílhavo, numa zona protegida e onde estão dos melhores terrenos agrícolas. E vai de enviar cartas aos proprietários, oferecendo pouco pelos bens das pessoas e ameaçando com expropriação. Chegou-se ao cúmulo de ser a GNR, a mando de uma empresa privada, a entregar as cartas de proposta de compra, para intimidar mais as pessoas. Os terrenos vão ser valorizados e a empresa privada vai ficar com um grande valor em terrenos, que, mais cedo do que mais tarde, irão ser valiosos para rentabilizar esta empresa.
Só que as pessoas e as associações locais já reagiram e vão fazer tudo para impedir que esta obra avance.
Parece mal a uma Universidade ir destruir terrenos agrícolas e destruir lares sem estudar outras localizações para este Parque. E parece ainda pior depois da União Europeia ter decidido que não aplica mais verbas comunitárias em empreendimentos sobre terrenos agrícolas. Afinal esta Universidade prepara os alunos para o futuro ou está ligada apenas aos interesses pouco claros de empreendedores mafiosos?
Só que as pessoas e as associações locais já reagiram e vão fazer tudo para impedir que esta obra avance.
Parece mal a uma Universidade ir destruir terrenos agrícolas e destruir lares sem estudar outras localizações para este Parque. E parece ainda pior depois da União Europeia ter decidido que não aplica mais verbas comunitárias em empreendimentos sobre terrenos agrícolas. Afinal esta Universidade prepara os alunos para o futuro ou está ligada apenas aos interesses pouco claros de empreendedores mafiosos?
quarta-feira, maio 09, 2012
UM TRAILER
Teremos coragem de enfrentar as realidades do nosso tempo?
Já tinha recebido as fotos por mail, mas vi agora uma partilha no facebook desta tragédia dos albatrozes, aliás, desta nossa tragédia humana.
Já tinha recebido as fotos por mail, mas vi agora uma partilha no facebook desta tragédia dos albatrozes, aliás, desta nossa tragédia humana.
segunda-feira, maio 07, 2012
FÉRIAS FELINAS
Com os meus pais a irem visitar a minha sobrinha à Croácia, a Reñoñas e o Bolacha vieram até aqui a Vagos para umas merecidas férias.
sábado, maio 05, 2012
MAIS UM BLOGUE
Não me perguntem como, mas aceitei ser participante de um blogue muito interessante sobre aquilo que podemos fazer localmente, neste caso em termos de ligação à terra. Cliquem aqui neste link se querem descobrir onde eu vou participar muito pouco, mas com muito prazer!
quinta-feira, maio 03, 2012
COMER COGUMELOS
quarta-feira, maio 02, 2012
EU FUI A ESTE CONGRESSO IBÉRICO DE BICICLETISTAS
Foi na Murtosa, e foram uns dias bem passados.
Não estava sozinho porque o Paulo Adriano também se inscreveu, e apresentou uma comunicação e tudo. Ele veio desde Coimbra, eu parti de Aveiro, pois tinha uma consulta de oftalmologia logo de manhã. Tinha combinado com ele acamparmos, mas esqueci-me de levar saco-cama. Quando falei com uns participantes no Congresso, locais, se me arranjavam umas mantas, pois a noite estava fria, um deles ofereceu a sua casa para descansarmos, e nós aproveitámos. E quem era ele? Nem mais nem menos do que o Presidente da Junta do Monte.
Como era um congresso ibérico, encontrei lá muitos espanhóis, mas com um deles houve uma ligação mais forte, pois em conversa, para além das bicicletas, descobrimos coisas em comum. Ele veio com a companheira, dirigente associativa de Múrcia, e foi o único contacto que trouxe, para além da recordação de momentos bem passados.
Os sócios da FPCUB não pagavam nada, nem as principais refeições, pelo que foi mesmo um fim-de-semana bem poupadinho.
E para os mais ativistas dos pedais aqui estão as conclusões do congresso (clicar neste link).
Não estava sozinho porque o Paulo Adriano também se inscreveu, e apresentou uma comunicação e tudo. Ele veio desde Coimbra, eu parti de Aveiro, pois tinha uma consulta de oftalmologia logo de manhã. Tinha combinado com ele acamparmos, mas esqueci-me de levar saco-cama. Quando falei com uns participantes no Congresso, locais, se me arranjavam umas mantas, pois a noite estava fria, um deles ofereceu a sua casa para descansarmos, e nós aproveitámos. E quem era ele? Nem mais nem menos do que o Presidente da Junta do Monte.
Como era um congresso ibérico, encontrei lá muitos espanhóis, mas com um deles houve uma ligação mais forte, pois em conversa, para além das bicicletas, descobrimos coisas em comum. Ele veio com a companheira, dirigente associativa de Múrcia, e foi o único contacto que trouxe, para além da recordação de momentos bem passados.
Os sócios da FPCUB não pagavam nada, nem as principais refeições, pelo que foi mesmo um fim-de-semana bem poupadinho.
E para os mais ativistas dos pedais aqui estão as conclusões do congresso (clicar neste link).
terça-feira, maio 01, 2012
EU ESTAVA LÁ
Às vezes fazemos parte da história coletiva. O Dia 1 de Maio de 2012 foi a data escolhida pelo Pingo Doce para uma promoção de arrasar: quem gastasse mais de 100 euros, só pagava 50% da despesa. Na manhã deste dia estávamos em visita de estudo, do curso dos cogumelos, em Paredes - Porto. Recebo um sms do Gabriel a divulgar a notícia, ainda lhe respondo que estamos a 1 de Maio e não no 1º de Abril. Mas era bem verdade, e já na viagem de regresso a Aveiro a Zeza, via telemóvel, faz-me chegar as notícias de grandes confusões, e nós próprios vemos as bichas de automóveis nos Pingo Doce que estão no caminho. Valeu-me que no carro onde vínhamos, estava a Zé Valinhas, conhecedora de Aveiro e que também queria ver se aproveitava a ocasião. Vamos para um Pingo Doce pequenino e aí tudo é mais simples, apenas 2 horas de bicha e saímos com uma poupança significativa: dos 80 eu pago 40, ela dos 260 pagou 130. Não cheguei aos 100 euros porque as prateleiras já estavam muito escolhidas, mas trouxe coisas que precisávamos, leguminosas várias, camarão, pasta dos dentes (a última), detergente para lavar à mão (o último), sementes para pão, e também uns chocolates marca Pingo Doce, com chocolate belga, que só por si justificam ir lá às compras. Para ter desconto sem chegar aos 100 euros, bastou a simpatia e prontidão da Zé em pagar ela toda a despesa e depois eu pagar-lhe a minha parte.
segunda-feira, abril 30, 2012
SEMPRE ATRASADO
Comemora-se hoje o aniversário do meu amigo de infância, que mora não muito longe de Vagos. Mas longe o suficiente para não nos cruzarmos com frequência. Deixo aqui este texto, nesta data mas escrito no dia 19 de Maio, para deixar uma reflexão interna: é que deixo passar alguns aniversários de amigos e de familiares porque quero telefonar e não tenho aqueles momentos de sossego para uma boa conversa. E depois nem um mailzinho, nem nada, e quanto mais tempo passa pior... um dia vou conseguir organizar-me!!!
quinta-feira, abril 26, 2012
SENHORA DO ALMORTÃO
Este ano consegui ir à Senhora do Almortão, a romaria inesquecível das gentes da Idanha. Gostei porque foi um verdadeiro massacre das saudades: matei saudades de amigos, de lugares, de tradições. E nesta viagem, que incluiu ainda uns trabalhos de manutenção de silvados, a colheita de laranjas do Ti Ferreira e a compra de uns queijinhos regionais, dormi uma das noites no Monte Barata e a outra no nº 66 do Bairro Social em Idanha-a-Nova. Extraordinário, um excelente carregar de baterias!
sábado, abril 14, 2012
ATUALIZAÇÃO
Pois é pá! Como tem sido um Inverno seco, e início de Primavera também sequito (mas pelo menos aqui em Vagos já se pode dizer que choveu), e com muitas coisas para fazer, deixei o meu blogue desatualizar-se...
A atualização segue dentro de momentos, vou escrevendo umas coisas atrasadas e vou colocando com datas atrasadas!
Hoje foi dia de acompanhar as provas de atletismo de uma amiga nossa, que veio a Vagos inaugurar o novo estádio de atletismo, com um campo de futebol no meio (com relva sintética). Deixo-vos com a foto da Raquel, sorridente com a sua medalha do salto em comprimento.
quarta-feira, abril 11, 2012
DIA DE FORMAÇÃO
Hoje passei várias horas no concelho de Estarreja. Primeiro na freguesia de Veiros, terra que tem um sobreiro centenário fantástico. Aí estive em representação do Núcleo de Aveiro da QUERCUS, a fazer uma palestra na aula de cidadania de um curso de formação para pessoas que recebem o rendimento de inserção. Depois foi em Estarreja, em mais uma aula sobre cogumelos.
terça-feira, abril 10, 2012
SUICÍDIO
Um destes dias começou uma semana em que este tema ficou muito presente na minha vida. A primeira vez foi por causa de uma carta escrita pela filha de uma professora que se suicidou. Suicidou-se porque não aguentou o sistema, nas palavras da filha, e que aconselho a ler aqui neste blogue (clicar aqui no link) intitulado "professores", a quem não pedi autorização para citar. Fiquei preocupado com esta carta, porque conheço bem de perto o sistema de ensino público e já há muito tempo que acho que os professores e os pais deixaram as reformas chegarem longe demais. Os pais porque continuam a acreditar nos políticos, que repetem que as reformas são necessárias para ajudar o sistema a ter melhores resultados em termos de aproveitamento dos alunos. Os professores porque desde sempre tiveram a faca e o queijo na mão, mas são uma cambada de gente que se preocupa tanto com os alunos que se esquecem de lutar por um ensino de qualidade. E tanto os pais como os professores não sabem lutar, e isso é uma constante em Portugal. Por isso estamos como estamos...
Depois desta cena passámos em casa de amigos que vivem perto de Lisboa, num meio rural. Ali na aldeia tinham-se suicidado duas pessoas no mesmo dia, por razões económicas, pessoas que desde sempre viveram com dificuldades e que não aguentaram as dívidas, as incertezas, as vergonhas.
Logo a seguir passo por casa de amigos, ela é professora e conta-me, preocupada, a situação de uma colega que com os cortes no salário, a pressão das viagens para ir trabalhar, a situação familiar, se tinha tentado suicidar devido a não ver perspectivas de futuro em termos de uma vida aceitável. Ao viver, ao reviver esta situação, esta minha amiga estava mesmo preocupada, e queria ajudar essa sua colega, mas era nítida a sensação de impotência.
Juntei estes três casos que vivi pessoalmente com as notícias nos jornais, em que o número de suicídios aumentou devido à crise dos bancos. E ainda bem que a minha vivência foi um pouco à distância, porque um suicídio é sempre uma questão muito constrangedora. Mas a minha reflexão neste texto é mais sobre esta situação que vivemos, em que por razões de pressão do sistema as pessoas se suicidam, em vez de lutar contra o sistema, tentar danificá-lo, tentar melhorá-lo para que outros não passem pelo mesmo. É certo que nem todos os que têm problemas se suicidam, mas estas cenas são muito portuguesinhas, os brandos costumes e o aceitar o fado. São muitos anos de religião cristã, e estamos longe das coisas mudarem. Quer dizer, já estivemos mais longe...
Mas analisem lá as notícias e pensem bem: quantos suicídios houve e quantas sedes do PS ou PSD foram queimadas, quantos balcões do BPN foram vandalizados? Quem já não tem nada, o que é que tem a perder? A honra? O que é isso? Ah, já sei, aquilo sobre o que os políticos juram quando tomam a posse de cargos políticos: "Juro, por minha honra, defender com lealdade as funções que me são confiadas".
Depois desta cena passámos em casa de amigos que vivem perto de Lisboa, num meio rural. Ali na aldeia tinham-se suicidado duas pessoas no mesmo dia, por razões económicas, pessoas que desde sempre viveram com dificuldades e que não aguentaram as dívidas, as incertezas, as vergonhas.
Logo a seguir passo por casa de amigos, ela é professora e conta-me, preocupada, a situação de uma colega que com os cortes no salário, a pressão das viagens para ir trabalhar, a situação familiar, se tinha tentado suicidar devido a não ver perspectivas de futuro em termos de uma vida aceitável. Ao viver, ao reviver esta situação, esta minha amiga estava mesmo preocupada, e queria ajudar essa sua colega, mas era nítida a sensação de impotência.
Juntei estes três casos que vivi pessoalmente com as notícias nos jornais, em que o número de suicídios aumentou devido à crise dos bancos. E ainda bem que a minha vivência foi um pouco à distância, porque um suicídio é sempre uma questão muito constrangedora. Mas a minha reflexão neste texto é mais sobre esta situação que vivemos, em que por razões de pressão do sistema as pessoas se suicidam, em vez de lutar contra o sistema, tentar danificá-lo, tentar melhorá-lo para que outros não passem pelo mesmo. É certo que nem todos os que têm problemas se suicidam, mas estas cenas são muito portuguesinhas, os brandos costumes e o aceitar o fado. São muitos anos de religião cristã, e estamos longe das coisas mudarem. Quer dizer, já estivemos mais longe...
Mas analisem lá as notícias e pensem bem: quantos suicídios houve e quantas sedes do PS ou PSD foram queimadas, quantos balcões do BPN foram vandalizados? Quem já não tem nada, o que é que tem a perder? A honra? O que é isso? Ah, já sei, aquilo sobre o que os políticos juram quando tomam a posse de cargos políticos: "Juro, por minha honra, defender com lealdade as funções que me são confiadas".
segunda-feira, abril 09, 2012
ARABBI - EM GRANDE
No Sábado recebo um telefonema da dirigente associativa que desde há vários anos, mesmo perseguida de forma violenta e continuada pelos poderes instituídos, nomeadamente a "máfia" dos dinheiros agrícolas, tem conseguido manter de pé uma estrutura que dá um excelente apoio aos agricultores. Excelente não é exagero, já aqui falei neste blogue da Associação Regional dos Agricultores Biológicos da Beira Interior e da forma exemplar como tem ajudado os seus associados e muitos agricultores.
Nesse telefonema sou convidado a ir a Lisboa, a bordo do Navio Escola Sagres, para uma mostra de produtos biológicos que vai contar com a super ministra do Ambiente e Agricultura, ou vice-versa. E do Mar e do Ordenamento do Território. Ora bem, estavamos nós a caminho de Lisboa nesse mesmo dia, para ir buscar a nuestro hijo Ramiro, que chegava de uma visita à Áustria, no Domingo.
Foi assim que resolvemos ficar mais um dia em Lisboa, com a hospitalidade suprema da nossa amiga Rosina, para poder estar com a ministra Assunção, a quem tive o prazer de conhecer e dar um par de recados, bem como agradecer ter tido a amabilidade de se deslocar a esta mostra de produtos de agricultura biológica dos associados da ARABBI.
Aqui fica um par de fotos:
Quem quiser ver a reportagem da Laurinda Alves, que também esteve a bordo do Sagres, basta clicar aqui neste link!
Nesse telefonema sou convidado a ir a Lisboa, a bordo do Navio Escola Sagres, para uma mostra de produtos biológicos que vai contar com a super ministra do Ambiente e Agricultura, ou vice-versa. E do Mar e do Ordenamento do Território. Ora bem, estavamos nós a caminho de Lisboa nesse mesmo dia, para ir buscar a nuestro hijo Ramiro, que chegava de uma visita à Áustria, no Domingo.
Foi assim que resolvemos ficar mais um dia em Lisboa, com a hospitalidade suprema da nossa amiga Rosina, para poder estar com a ministra Assunção, a quem tive o prazer de conhecer e dar um par de recados, bem como agradecer ter tido a amabilidade de se deslocar a esta mostra de produtos de agricultura biológica dos associados da ARABBI.
Aqui fica um par de fotos:
Com Palmira Gonçalves (que abraça a neta Joana)
Zeza e Ramiro com o NRP Sagres em 2º plano
sexta-feira, abril 06, 2012
SANTA SEXTA-FEIRA
domingo, abril 01, 2012
MENTIRAS - DIA DE SANTO INOCENTE
Desta vez não publiquei aqui nenhuma mentira, mas consegui enganar uns amigos no Facebook, com uma treta sobre o corte de árvores em Coimbra. E mais umas mentiras via telefone, foi uma manhã bem divertida. Estava em Coimbra e lá estive a perder um tempinho para esta tradição que eu gosto tanto.
sábado, março 31, 2012
DUAS ASSEMBLEIAS GERAIS
Hoje foi dia de ir a Lisboa participar em duas Assembleias Gerais, que decorriam em simultâneo: APELA e QUERCUS. Lá fui com o carro do Diamantino e da Lurdes, que me deram boleia desde a Maçaroca, e correu tudo bem, se bem que na reunião magna da QUERCUS tenha estado mesmo pouco tempo. Deu para rever alguns amigos, e no final da reunião da APELA houve um bom convívio, com duas tortas bem boas. Venham daí as atividades aprovadas!
quarta-feira, março 28, 2012
UM COGUMELO, TRÁ LÁ LÁ LÁ
Um dia destes os formandos do curso de Micologia, que começou hoje em Estarreja, vão ter uma saída de campo para identificarem cogumelos. Mas para isso é preciso que chova. Eu sou um dos formandos, o formador é um velho conhecido, amigo até, porque os amigos dos meus amigos, são meus amigos também: José Augusto Pais. Um curso gratuito que me faz pedalar para ir até Estarreja, onde entre as 19 e as 22 horas temos as aulinhas. Mas não vou sempre a pedalar, em Aveiro apanho o comboio urbano!
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