O caso conta-se em duas linhas, mas quem quiser saber mais pode ver aqui neste link (clicar para editorial do Página Um de ontem, dia 19): quase há um ano atrás apareceu em diversos órgãos de notícias, incluindo na Agência Lusa, que o realizador Ico Costa tinha sido denunciado por violência doméstica continuada, por mãos de uma sua ex-companheira. A notícia, descobre-se agora (investigação CNN, após investigações policiais), foi uma difamação, usando um nome inventado, para destruir a carreira deste homem da cultura.
De facto o realizador foi logo prejudicado, sendo afastado de algumas iniciativas. O problema é este facto indesmentível da falsidade ter sido propagada por inúmeros órgãos de comunicação social, que não se preocuparam em verificar a situação. E bastava tentar contactar a denunciante, para perceber que a mesma não existia, nem nunca existiu na vida do realizador.
E o problema agora é que muitos desses órgãos de comunicação social tardam em dar a mão à palmatória, talvez com receio de serem chamados a assumir responsabilidades e até indemnizações. Para já fica aqui nesta sequência, porque há que falar mais e mais de desinformação e notícias falsas.
Fica a foto da vítima (do injustiçado, do malfadado), foto com direitos reservados, que copiei da net:
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