Na sequência da participação pública, a APA e o ICNF chumbaram os dois projectos, e a BP vê-se agora na obrigação de reformular os projectos e voltar a submetê-los com as devidas alterações. Sujeitando-se a novo chumbo. Mas vê-se também na obrigação de investir (não estou a dizer "pagar a") junto do poder político para ver se conseguem moldar os pareceres técnicos e fundamentados. É na sequência deste investimento que se compreendem as declarações públicas do Ministro da Agricultura, em que ataca alguns dirigentes do ICNF, entidade que ele próprio tutela, em conjunto com o responsável ministerial pelo Ambiente. (link para notícia Observador)
A Plataforma de nome extenso dinamizou um abaixo-assinado que foi já entregue na Assembleia da República, que vai ter que analisar e debater a problemática. Organizou duas manifestações em Lisboa, a segunda foi esta agora de 31 de Janeiro, que teve aqui grande eco no Malfadado. Mas andou nas ruas e na comunicação social a alertar a população. Participou num debate televisivo no canal Conta Lá, onde o representante da Plataforma teve como grande opositor não o responsável da BP mas, nada estranhamente, o dirigente máximo de uma entidade facilmente manobrável, a APREN. (link para o debate no Conta Lá, ver para crer)
Mas nem tudo são más notícias. A boa notícia é que as pessoas que ainda não assinaram o abaixo-assinado ainda estão a tempo de o fazer, e estamos perto de chegar às 20 mil assinaturas. Fica aqui o link para a petição pública (clicar aqui).
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